O tópico ainda está quente e a polémica a ele associada vai, que nem poeira, levar tempo a assentar. Poucos dias depois de Joana Amaral Dias ter protagonizado a controversa capa da revista Cristina, a cabeça de lista da coligação PTP/AGIR/MAS em Lisboa voltou a despir-se, desta vez para a publicação Vidas (que enche as bancas juntamente com o Correio da Manhã).

Joana — se a pudermos tratar pelo primeiro nome — foi a primeira política portuguesa a posar nua na capa de uma revista, um feito inédito que trouxe consigo críticas, também elas, inéditas. Independentemente disso, a também psicóloga está longe de ser a primeira mulher a fazer algo semelhante. Para (re)lembrar a estreia absoluta deste tipo de sessões fotográficas é preciso recuar até 1991.

Antes da líder partidária ser motivo de conversa já uma Demi Moore, grávida de sete meses, deixava-se fotografar por Annie Leibowitz — e o resultado foi surpreendente. O que era para ser um retrato a representar o oposto do glamour de Hollywood tornou-se numa capa icónica que fez nascer uma moda sem precedentes e que ainda hoje é repetida num registo contínuo. A prová-lo está uma fotogaleria composta por atrizes, modelos, estrelas de televisão e, também, por Joana Amaral Dias.