Banda Desenhada

Segunda Comic Con em Matosinhos até domingo

O objetivo da Comic Con é que a banda desenhada, videojogos e literatura pop sejam reconhecidas e cada vez mais exploradas pelo universo português.

Comic Con quer afirma a cultura pop no país

ESTELA SILVA/LUSA

A segunda edição da Comic Con Portugal, que decorre até domingo na Exponor, espera ultrapassar os níveis de público atingidos em 2014 e pretende afirmar a cultura pop no país, frisou o diretor do evento, Paulo Cardoso.

“A nossa missão é transformar tudo o que envolve a cultura pop com uma identidade própria no nosso país. Estamos sempre a tentar criar novas abordagens para a Banda Desenhada, para os videojogos, para a literatura, para a televisão, (…) mas o objetivo máximo é que todas estas indústrias sejam reconhecidas e cada vez mais exploradas pelo universo português”, afirmou à Lusa Paulo Cardoso.

Num ano em que a totalidade da Exponor, em Matosinhos, no distrito do Porto, está ocupada pelo evento, encontram-se múltiplas referências ao universo de “Guerra das Estrelas” (cujo novo filme se estreia dia 17 deste mês), desde uma nave Tie-Fighter a, segundo o diretor da Comic Con Portugal, “mais de 100 ‘stormtroopers'”, passando por alguns atores que integraram o elenco dos filmes originais como Alan Harris, Derek Lyons e Gerald Home.

Marco Sousa, de 35 anos, deslocou-se de Lisboa até Matosinhos pela oportunidade de se “divertir um bocado, estar com amigos e encarnar outras personagens”, o que resume numa frase: “Fugir um bocado do dia-a-dia”.

Por outro lado, Cláudio Santos, de 20 anos, do Porto, visitou a Comic Con com um grupo de amigos e amigas que já queriam ter marcado presença no evento do ano passado, mas não o fizeram por recearem o facto de ser a primeira edição.

Este ano não podíamos faltar. [O que nos atrai] não é só a cultura japonesa, como os comics, jogos e animação”, afirmou Cláudio Santos, vestido de Basara Tojo, da série Shinmai Mao.

Por entre os participantes e artistas de banda desenhada e de outras artes encontra-se Lloyd Kaufman, realizador, ator e produtor, conhecido por ter sido um dos dois fundadores do estúdio Troma.

À Lusa, Kaufman recorda que a primeira vez que esteve em Portugal foi aquando da sua lua-de-mel em 1974, no pós-25 de Abril, tendo já viajado até ao país diversas vezes desde então.

“Nunca vou sair de Portugal, estou aqui para sempre”, disse, sublinhando que depois da Comic Con segue para Lisboa, onde está a ser realizado “Mutant Blast”, de Fernando Alle.

Kaufman destacou que a Troma, empresa com mais de 40 anos considerada a mais antiga produtora independente nos Estados Unidos, tem muitos fãs em Portugal, o que é tanto mais “surpreendente porque não tem distribuição aqui”, embora tenha a totalidade dos filmes disponíveis no YouTube.

A Comic Con Portugal decorre até domingo e prevê ainda diversos momentos no âmbito da cultura pop, incluindo a entrega dos primeiros galardões BD do evento, este sábado, cujo grande vencedor foi o título “Volta – O Segredo do Vale das Sombras”, de André Oliveira e André Caetano.

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