O antigo diretor-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI) Rodrigo Rato foi condenado esta quinta-feira a quatro anos e seis meses de prisão por delitos fiscais, avançam vários meios de comunicação espanhóis. Rato e outros 65 altos quadros do Bankia, banco sucessor do Caja Madrid, foram julgados o ano passado por desvio de fundos daquele banco, onde detinham cartões de crédito para despesas ilimitadas e sem controlo.

Rodrigo Rato, que foi ministro Economia e das Finanças do governo de José María Aznar, foi diretor-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI) e liderou o Caja Madrid, e terá lesado o Estado espanhol em 6,8 milhões de euros, entre 2004 e 2015. O Observador explica neste artigo todo o esquema usado por Rodrigo Rato para desviar fundos.