A jornalista Rita Porto, do Observador, venceu o Prémio Arco-Íris 2017 da ILGA Portugal com o trabalho “Já nasceu (mas não sabemos se é menino ou menina)” sobre questões intersexo.

Já nasceu (mas não sabemos se é menino ou menina)

A lista dos vencedores foi divulgada esta quarta-feira pela ILGA. Além da jornalista do Observador, foram distinguidas Catarina Marcelino, ex-secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade; Graça Fonseca, secretária de Estado da Modernização Administrativa; a psiquiatra Zélia Figueiredo; a Revista Cristina; a Fundação Calouste Gulbenkian; o Museu Nacional de Arte Contemporânea; e a Ordem dos Psicólogos Portugueses.

Este ano será ainda atribuído pela ‘rede ex aequo’, associação de jovens LGBTI e apoiantes, o Prémio rede ex aequo ao grupo de estudantes da Escola Secundária de Vagos.

A entrega dos prémios irá decorrer no dia 13 de janeiro de 2018, a partir das 21h30, no Estúdio Time Out – Mercado da Ribeira, em Lisboa. Rita Ferro Rodrigues e Joana Barrios irão conduzir a cerimónia, que contará com atuações de Jonas&Lander, Fado Bicha, CoLeGaS – Coro Lésbico, Gay e Simpatizante da ILGA Portugal e DJ Sets de Lonely Low Rosa, MAG e LAMIM.

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“A 15ª edição destes Prémios celebra, uma vez mais, pessoas e instituições que se distinguiram ao longo do ano de 2017 na luta contra a discriminação em função da orientação sexual, da identidade de género e características sexuais”, lê-se no comunicado da ILGA.

Esta é a segunda vez consecutiva que o Observador vence este prémio com trabalhos jornalísticos. No ano passado a reportagem A vida no Colégio Militar: “parece um Big Brother” foi também distinguida.