Vinho

Vinho. São estes os cinco “Melhores Verdes” de 2017

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Os cinco melhores vinhos verdes de 2017 são o Quinta de Linhares Azal, o Quinta da Raza Colheita Seleccionada Avesso, o Casal de Ventozela Loureiro e dois alvarinhos da Quinta do Regueiro.

O júri deste concurso distinguiu com ouro 13 vinhos

ESTELA SILVA/LUSA

Autor
  • Agência Lusa

Os cinco melhores vinhos verdes de 2017 são o Quinta de Linhares Azal, o Quinta da Raza Colheita Seleccionada Avesso, o Casal de Ventozela Loureiro e dois alvarinhos da Quinta do Regueiro, foi anunciado esta noite.

A eleição dos melhores vinhos verdes é uma iniciativa anual da Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes (CVRVV) e os vencedores deste ano, eleitos entre mais de 280 concorrentes, foram conhecidos durante um jantar-gala que teve lugar no terminal de cruzeiros, em Matosinhos.

Os vinhos vencedores receberam os prémios “Best of”, a principal categoria deste concurso, e foram escolhidos por “um júri composto por convidados de nove países”, de acordo com a CVRVV.

Desde 2009 que a CVRVV inclui a categoria “Best of” no Concurso Melhores Verdes, destinada a promover um “Top 5” alvo de maior divulgação e promoção internacional.

Os vinhos Quinta do Regueiro são da sub-região de Monção e Melgaço, ao passo que o da Quinta de Linhares é produzido numa quinta situada em Penafiel, o Quinta da Raza tem é feito com uvas da sub-região de Basto e o Casal de Ventozela e do Vale do Ave.

O júri deste concurso distinguiu com ouro 13 vinhos, sendo que entre estes premiados figuram mais dois Casal de Ventozela, um da casta loureiro e outro alvarinho.

Os restantes distinguidos com ouro são os Quinta D’Amares Superior, Pluma rosé, Portal do Fidalgo alvarinho, Opção arinto, Quinta da Levada azal e Quinta da Lixa trajadura, dois vinhos da Casa de Vilacetinho, um Tapada dos Monges da casta tinta vinhão, um espumante Muralhas de Monção e uma aguardente Delícia.

As exportações de vinho verde atingiram “60 milhões de euros em 2017, o maior valor de sempre”, disse à agência Lusa o presidente da CVRVV, acrescentando haver “boas perspetivas comerciais para este ano” porque “2017 foi um ótimo ano” tanto pela produção, “com mais 30 por cento do que no ano anterior”, como pela qualidade.

Manuel Pinheiro enfatizou a necessidade de a região dar “um novo passo”, que consiste em “criar mais valor para o negócio”, para “que o agricultor seja melhor remunerado”.

“As participações no concurso registam um aumento a cada edição” e isso é sinónimo de uma Região mais competitiva, orientada para o crescimento e para a presença em diferentes mercados”, referiu também.

Estados Unidos e Alemanha continuam a ser os países que mais vinho verde compram e segundo, Manuel Pinheiro, têm também surgido “boas notícias” de outros mercados externos, como Polónia, Brasil e Japão.

“O Concurso Melhores Verdes é um ato de celebração da região, mas também uma ferramenta de promoção para enólogos e produtores que, a cada ano, procuram distinguir-se pela qualidade e ser escolhidos como embaixadores nos mercados externos”, sublinha a diretora de Marketing da Comissão, Carla Cunha.

A mesma responsável acrescenta que o “Best of Vinho Verde” é, para a CVRV, “um motivo de orgulho e um forte portfólio para as ações que são desenvolvidas noutros países ao longo do ano”.

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