Renamo

UE felicita PR de Moçambique e Renamo pelo entendimento sobre assuntos militares

A UE entende que o consenso entre Filipe Nyusi, e o coordenador da Comissão Política da Renamo, em matéria de assuntos militares, mostra "vontade de realizar progressos tangíveis".

OLIVIER HOSLET/EPA

A delegação da União Europeia (UE) em Moçambique felicitou esta quinta-feira o entendimento entre o chefe de Estado e o líder interino da oposição anunciado na quarta-feira.

A UE entende que o consenso entre o Presidente da República, Filipe Nyusi, e o coordenador da Comissão Política da Renamo, Ossufo Momade, em matéria de assuntos militares, mostra “vontade de realizar progressos tangíveis”, refere numa nota divulgada.

A delegação junta-se às felicitações já expressas pela Suíça, que preside ao grupo de contacto entre o Governo e a Renamo, pelos EUA e por Portugal. “Este é um passo importante para o reforço da confiança mútua entre as duas partes e para a conclusão de um processo de paz efetiva”, acrescenta.

A UE e os seus Estados-membros “estão dispostos a apoiar as partes na implementação bem-sucedida deste acordo e no processo geral de paz e reconciliação nacional, para benefício de todos os moçambicanos”, concluiu o comunicado.

O ex-líder da Renamo, Afonso Dhlakama, morreu a 03 de maio, devido a complicações de saúde, numa altura em que já tinha negociado com Nyusi a descentralização do poder com vista à paz, mas deixando por fechar o dossiê militar.

A Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo), partido no poder e a que Nyusi preside, fez depender, em junho, a aprovação de legislação eleitoral, de avanços no processo de desmilitarização da Renamo.

O encontro de quarta-feira poderá desbloquear o impasse no parlamento e levar à aprovação de legislação de que depende o calendário eleitoral das autárquicas de 10 de outubro.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: observador@observador.pt
Ucrânia

Mais umas eleições falsas em Donbas

Inna Ohnivets

A Rússia não quis a paz em 2014 e não quer em 2018. A realização destas eleições fraudulentas é um sinal claro de que a Rússia optou por prolongar o conflito durante mais anos sob o mesmo cenário. 

Comentário Político

A indisposição conservadora

António Pedro Barreiro

O conservador não tem nada em comum com a Esquerda pós-moderna e libertária, rendida a uma “cultura de repúdio” por todas as instituições, práticas, arranjos e costumes herdados da experiência passada

Ucrânia

Mais umas eleições falsas em Donbas

Inna Ohnivets

A Rússia não quis a paz em 2014 e não quer em 2018. A realização destas eleições fraudulentas é um sinal claro de que a Rússia optou por prolongar o conflito durante mais anos sob o mesmo cenário. 

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

Confirme a sua conta

Para completar o seu registo, confirme a sua conta clicando no link do email que acabámos de lhe enviar. (Pode fechar esta janela.)