Orçamento do Estado

IMI. Primeira prestação paga em maio e desce para 100 euros

O IMI vai continuar a ser pago em três vezes mas a primeira prestação será paga um mês mais tarde, em maio, e o valor baixa de 250 para 100 euros. Segunda prestação também será paga um mês mais tarde.

ANTÓNIO COTRIM/LUSA

O Governo deve avançar com mudanças nas prestações para o pagamento do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI), alterando os valores que existem na lei para o pagamento das prestações, mas mantendo o pagamento parcelar em três vezes ao contrário do que defendia a Associação Nacional de Municípios Portugueses, que foi chamada a pronunciar-se sobre a proposta do Governo, de acordo com uma proposta preliminar do Orçamento do Estado para 2019 a que o Observador teve acesso. Primeira e segunda prestação são pagas um mês mais tarde.

O Executivo reúne-se no sábado para aprovar o Orçamento e o documento ainda pode ser alterado. Para já, a intenção do Governo por a primeira prestação passar a ser paga no mês de maio em vez de abril, como estava na lei, e paga apenas por quem tenha um imposto a pagar igual ou inferior a 100 euros, ao contrário dos 250 euros atualmente na lei.

Quem tiver que pagar entre 100 e 500 euros, poderá fazê-lo em duas prestações, em maio e novembro. Atualmente, a lei determinar que este pagamento se faça para quem tenha que liquidar um imposto entre os 250 e os 500 euros e a primeira destas prestações tem de ser feita em abril e não em maio, como propõe agora o Governo.

Quem tiver que pagar um imposto superior a 500 euros, continuará a fazê-lo em três prestações, tendo mais um mês para pagar a primeira prestação, que passa de abril para maio, e mais um mês para pagar a segunda prestação, que passa de julho para agosto. A última prestação continua a ser paga em novembro.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: nmartins@observador.pt
Orçamento do Estado

Um orçamento da era pós-verdade

José Avillez Ogando
111

Enquanto o enorme peso dos impostos indiretos continuar a agravar a injustiça fiscal e o Estado continuar a brincar com uma excessiva exposição aos riscos externos, a culpa será sempre "dos mercados".

Orçamento do Estado

De reino a protectorado, que futuro?

Filipe Simões de Almeida

Portugal é hoje uma espécie de protectorado que tem de suportar os ditames dos credores. E infelizmente a maioria dos agentes políticos é situacionista, beneficia da situação actual e não quer mudar.

Orçamento do Estado

Redução da propina: o tapete mágico

João Pedro Videira
202

Se utilizássemos os 50 milhões que a redução do valor da propina deverá custar ao Estado na construção e reabilitação de residências, isso daria quase para duplicar a oferta disponível em todo o país.

Inovação

A energia dos millennials

Rui Assis

A geração millennial é exigente e quer conveniência, simplicidade e rapidez. Mas estarão as empresas preparadas para responder e conquistar esta geração de consumidores? Talvez ainda falte algo.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

Confirme a sua conta

Para completar o seu registo, confirme a sua conta clicando no link do email que acabámos de lhe enviar. (Pode fechar esta janela.)