Figueira da Foz

Tempestade Leslie. Comandante dos Bombeiros Municipais da Figueira da Foz demitiu-se

O comandante dos Bombeiros Municipais da Figueira da Foz demitiu-se após ter estado ausente das funções durante um período subsequente à tempestade Leslie, anunciou esta quarta-feira a autarquia.

A Figueira da Foz foi um dos municípios mais afetados pela tempestade Leslie

PEDRO AGOSTINHO CRUZ/OBSERVADOR

O comandante dos Bombeiros Municipais da Figueira da Foz, Nuno Osório, demitiu-se do cargo e também de coordenador operacional municipal da Proteção Civil, após ter estado ausente das funções durante um período subsequente à tempestade Leslie, anunciou esta quarta-feira a autarquia.

Em comunicado enviado à agência Lusa, a autarquia da Figueira da Foz afirma que o presidente da Câmara, João Ataíde, aceitou na terça-feira “o pedido de cessação da comissão de serviço do comandante dos Bombeiros Municipais da Figueira da Foz, na sequência das notícias tornadas públicas relativas aos acontecimentos da noite de 13 de outubro [sábado] com a passagem da tempestade Leslie” naquele município do litoral do distrito de Coimbra, uma alusão ao facto de Nuno Osório ter admitido que se tinha ausentado para “ir descansar”.

Fonte da autarquia esclareceu que Nuno Osório pediu a cessação de funções na terça-feira “ao fim do dia” e que, para além de sair de comandante da corporação profissional, também cessa funções como coordenador operacional municipal da Proteção Civil.

De acordo com a nota, as funções de comando “serão interinamente asseguradas” pelo 2.º comandante dos Bombeiros Municipais, Jorge Piedade, e pelo adjunto de comando, Carlos Pinto.

Nuno Osório, naquela nota, justifica o pedido com a determinação em não desgastar a Autarquia e o Município da Figueira da Foz, num momento em que a união de esforços é essencial para recuperar dos danos provocados pela intempérie.

Fala ainda na necessidade de poder livremente exercer o direito à defesa da honra, considerando que “nunca esteve em causa o comando e o controlo da operação” e que a sua ausência por um período de três horas, por motivos familiares e de premência de um mínimo de descanso para manutenção das condições físicas e psicológicas necessárias indispensáveis à tomada de decisões nas horas seguintes, foi devidamente preparada e acautelada.

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