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Fernando Haddad, o candidato do Partido dos Trabalhadores (PT) à presidência do Brasil, tinha pedido aos eleitores que levassem livros com eles no momento do voto: “Vote com um livro na mão. A urna é um lugar para depositar esperança”. Os apoiantes ouviram-no: quando Haddad chegou ao Brazilian International School, colégio na zona sul de São Paulo, foi recebido com manuais da Constituição brasileira e rosas vermelhas em punho.

Haddad, que está em desvantagem nas sondagens, chegou com a mulher e votou sem o mesmo aparato policial que acompanhava Bolsonaro nas eleições no Rio de Janeiro. Também não beijou Ana Estela antes de depositar o voto (como fez Bolsonaro quando foi votar): apenas a abraçou, posou para uma fotografia e entrou na urna. À saída, um dos apoiantes que o esperava à porta do colégio deu-lhe uma rosa vermelha, que Haddad levantou no meio da multidão.

Um dos apoiantes do PT entregou uma rosa vermelha a um dos apoiantes de Jair Bolsonaro. Mas também houve conflitos entre quem apoiava Bolsonaro e quem apoiava Haddad, mas a discussão foi travada pela polícia.

Entretanto, Fernando Haddad falava com os jornalistas e prometeu lutar “até ao último minuto” por uma vitória que as sondagens dizem ser improvável: “Sinto nas ruas do Brasil inteiro muita militância. Cidadãos e cidadãs comuns indo às ruas defender o Brasil e a democracia. Nós estamos com uma forte tendência de alta nas pesquisas do último dia. Eu estou muito esperançoso de que vamos ter um grande resultado hoje à noite”, acrescentou.

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