Seguir a tradição é só uma de muitas opções de assumir a hora do chá. Quente, frio, às cinco em ponto ou a qualquer outra hora do dia, seja pelo sabor ou pela sensação térmica, com mais ou menos cerimónia, em chávena de porcelana ou num copo descartável, esta é a bebida milenar que continua presente na vida de todos os dias. Tomá-lo pode muito bem servir de pretexto para descobrir novos lugares, seja uma casa de chá florido em Leça da Palmeira, uma loja laboratório criada por um especialista — ou tea sommelier — no centro de Lisboa, um salão luxuoso de um hotel ou uma plantação verdejante de camellia sinensis, perto de Vila do Conde.

Devemos mais a esta planta do que pensamos. Da mesma forma que todo o vinho vem da videira e que todo o café vem do cafeeiro, é desta espécie natural da Ásia oriental que vem o chá. Todos os outros usos da palavra são pura blasfémia — use-se, em vez disso, o termo infusão.

No Porto e em Lisboa (apenas com uma breve passagem pela Madeira), procurámos alguns dos lugares mais convidativos para tomar chá. Encontrámos clássicos, mas também novos negócios. Pelo meio, demos com hotéis que permanecem como fiéis guardiões deste hábito com séculos e séculos de história. Para quem prefere beber o seu em casa, há lojas especializadas onde as dúvidas e os requisitos não ficam sem resposta. No total, são quase 30 referências. E porque é preciso servi-lo condignamente, convém ter sempre um bom bule por perto. Para os mais incautos, deixamos 12 sugestões. Bom chá.

Chás e infusões: um roteiro por Lisboa

Traçar um roteiro pelos melhores sítios para tomar um chá em Lisboa é uma tarefa com duas frentes — de um lado, os clássicos alfacinhas, do outro, novos espaços que descontraem este ritual solene e o tornam mais apetecível às novas gerações. Neste segundo grupo, encontramos a Vermelhosa, lugar que, orgulhosamente, se apresenta como casa de chá. Esta pode ser a bebida de eleição, mas no que toca ao acompanhamento, este sítio cruza a tradição da pastelaria francesa com uns toques de doçaria portuguesa. O certo é que, entre tarteletes merengadas e pão-de-ló, ninguém devia ser obrigado a ter de escolher.

Marine Casteloa, a proprietária, descende de uma longa linhagem de pasteleiros, por isso é que a referência a 1850, ano em que abriu o primeiro negócio da família, faz parte do logótipo da mais recente inauguração, com vista para a Assembleia da República. Já na época, os seus antepassados eram conhecidos pela arte de bem servir o chá. Os preceitos são seguidos até hoje. Os chás são da francesa Compagnie Coloniale e a temperatura da água é sempre ajustada a cada qualidade. Na hora de trazer o chá para a mesa, vêm com ele três ampulhetas que permitem temporizar o momento de imersão das folhas. Quem sabe, sabe.

O chá servido na Vermelhosa, em Lisboa © Facebook.com/vermelhosa

Na Penha de França, o cenário não é muito diferente, o que só prova que, mesmo nos novos negócios, uma casa de chá, além do seu ingrediente estrela, não pode abdicar do conforto. O Rolls Brunch & Café abriu no final do ano passado e tem um nome mais ou menos autoexplicativo. Efetivamente, serve-se brunch durante todo o dia (e com todos os elementos da praxe) e os rolls são mesmo a especialidade da casa — dos de canela a invenções à base de Nutella e Oreo. Lá está, no nome, só fica mesmo a faltar o chá.

O perfume que se sente no ar é o das infusões da Glory Tea, uma marca portuguesa, de Aveiro, que chegou ao mercado em 2011. Desde logo, distinguiu-se pelos ingredientes menos habituais. A carta é longa e contém receitas como A Essência do Norte, à base de sultanas, flor de hibisco, groselhas negras e raiz de beterraba, Morangos e Chocolate, Leite Creme, uma mistura de chá verde, casca de limão e pétalas de malmequer, e Caramelo Twist, com ananás cristalizado, coco e pipocas.

O interior do Rolls Brunch & Café, em Lisboa © Divulgação

Lugares como o Café Saudade, em Sintra, a Casa de Chá de Santa Isabel, na Rua de São Bento, e o Dona Tília, em Sete Rios, mantêm até hoje a atmosfera que convida ao momento do chá. Mas a filosofia e estética orientais continuam a ser indissociáveis do chá e do momento que lhe é reservado. Prova disso é o número 18 da Rua Luís Augusto Palmeirim, no bairro de Alvalade. Depois de quase uma década ocupada com o Ó-Chá, a casa de chá que depressa se tornou uma referência na cidade, a morada recebeu, em 2014, o projeto R/c Oriente, pelas mãos da mesma apaixonada por esta cultura, Manuela Paiva.

Com a mudança de nome (e de conceito), Manuela encurtou a carta de chás para dotar o espaço de outras valências. No piso térreo continua a tomar-se o chá e os respetivos acompanhamentos. A lista está dividida entre o preparados mais tradicionais — rooibos, chá branco, chá verde, chá preto e oolong — e uma seleção de tisanas ayurvédicas e outras do Alentejo. Há acessórios à venda e um conhecimento especializado sobre quais as peças essenciais à preparação de cada tipo de chá. No andar de baixo, funciona um estúdio de yoga. Quando tudo de mistura, acontece uma Yoga Tea Party, claramente uma aula que termina de chávena na mão.

Chás e infusões: um roteiro pelo Porto

Há dois anos, o Chá das Cinco abriu e não deixou dúvidas — por mais que Sofia e Hugo, os proprietários, tivessem outras especialidades, esta seria sempre uma boa opção para tomar chá. Ela domina a arte de fazer bolos, ele aprendeu o ofício de barista, o que não impede que o chá conste da lista. Saltam à vista as opções mais exóticas, como o chai latte e o matcha latte. Os mais puristas poderão sempre escolher uma infusão de ervas biológicas.

Bolo de champanhe, uma das especialidades do Chá das Cinco, no Porto © Divulgação

Os novos espaços vêm e, em alguns casos, vão, mas há clássicos que se mantêm de porta aberta. É o caso da Rota do Chá, ponto de passagem obrigatório para os verdadeiros apreciadores de chá, desde 2002. Afinal, não é todos os dias que encontramos mais de 300 variedades à disposição. O charme do espaço é o primeiro a convidar quem passa na Rua Miguel Bombarda. As portadas, as poltronas, os livros amarelados e os quadros são a garantia de uma lanche confortável, por muito frio que faça lá fora. Nos dias de sol, o terraço é uma espécie de postal oriental, jardim camuflado pela fachada urbana que evoca a origem da bebida milenar.

Depois de conquistar o centro do Porto, em 2012, esta casa de chá estendeu-se até à Foz. Lá, abriu o The Bird, um espaço igualmente recatado e encantador, onde as gaiolas de madeira penduradas no teto aconchegam o ambiente. A lista de chás encolheu, mas continua à altura de um lanche citadino. Há um menu só para esse momento do dia, para duas pessoas, e inclui um bule de chá, scones e bolo ou torradas.

O interior da Rota do Chá, no Porto © Facebook.com/RotaDoCha

Em Leça da Palmeira, encontramos o Mil Folhas, espaço que se apresenta como casa de chá e loja de bolos. No fundo, uma combinação feliz. Mais uma vez, é a decoração a dar tom de toda a experiência. As loiças floridas, arranjos nas mesas, bules alinhados, cupcakes e almofadas — é como se entrássemos numa casa de bonecas para tomar chá. Mas antes de chegarmos à própria da camellia sinensis, as infusões sugeridas: cidreira, camomila, erva-príncipe, hibisco, hortelã-pimenta, flor de laranjeira, menta marroquina, tília, pétalas de rosa, urtiga e lúcia-lima. Os chás propriamente ditos estão disponíveis em quatro categorias: preto, verde, branco e vermelho.

Hotéis. Quando o luxo vai muito além do chá

Chás há muitos, contextos para bebê-los também. No sofá de casa, uma caneca generosa e uma manta de lã parecem formar um kit de sobrevivência hibernal. À mesa, perante um serviço de porcelana e uma toalha à altura, pode perder-se o conforto, mas ganha-se em pompa. Há qualquer coisa de solene quando nos sentamos para tomar chá, sobretudo quando temos um cenário tão privilegiado como o interior do Ritz Four Seasons. Por sinal, o hotel está em contagem decrescente para a estreia do famoso chá festivo — um lanche que é, em si, uma espécie de cerimónia e que, Natal após Natal, exige de artistas e criativos um exercício de bom gosto.

O Chá da Tarde Festivo do Ritz, com a assinatura de Vanessa Teodoro © Ritz Four Seasons Hotel Lisboa

A partir de 15 de novembro, será a portuguesa Vanessa Teodoro a fazer-lhe companhia à mesa. Depois do living coral — sim, a cor do ano, segundo a Pantone, tem sido a inspiração até agora — é a arte urbana a ditar a tendência. Até 25 de dezembro, no lobby do hotel, o pano de fundo serão Os Centauros, três tapeçaria da autoria de Almada Negreiros. Nas decorações, as geometrias tribais e a linguagem pop da artista estão presentes nos bolos, especialmente pensados para esta mesa de Natal invulgar. No meio da pastelaria fina, está uma pequena árvore de Natal, inspirada num exemplar com ais de três metros, também criado pela artista para anunciar o Natal logo no lobby do hotel. Bolo de chocolate, macarons de laranja, tarteletes de chocolates branco e lima e scones caseiros (servidos ainda mornos) fazem parte do acompanhamento e também eles são servidos numa paleta de preto, branco e dourado. Tem mais de um mês para provar o novo Chá da Tarde do Ritz. Custa 45 euros por pessoa.

Por muito especial que este chá seja, não é o único na capital a ser servido com todo o requinte. No Avenida Palace, o momento — todas as terças e quintas-feiras, entre as 16h e as 18h — dá pelo nome de Chá do Palace. São duas horas alimentadas a pequenas sanduíches, scones e bolos e, claro, regadas por uma seleção de chás. Entre os meses de outubro e maio, a partir das 17h, o momento ganha banda sonora, com a ajuda de um piano. O preço é de 25 euros por pessoa.

No Porto, o luxo continua. No Bar das Cardosas, dentro do InterContinental, o Afternoon Tea é o menu que aquece os dias mais frios, não só pelo chá. À bebida estrela junta-se o espumante, além dos acompanhamentos clássicos, entre eles os scones, os bolos e sobremesas frescas e as sanduíches bem guarnecidas. Tudo isto com vista para a Avenida dos Aliados, o coração da invicta. O chá é servido de quarta-feira a domingo, entre as 12h30 e as 18h. Custa 14,50 euros por pessoa.

O chá das cinco, servido no Reid’s Palace, no Funchal © Divulgação

Na varanda principal do histórico Reid’s Palace, tudo (as cadeiras em vime, as toalhas brancas, o chão aos quadrados pretos e brancos…) vai parecer saído do início do século passado. Justifica-se, afinal este hotel do Funchal já tem quase 130 anos. Foi nos primeiros tempos deste ícone madeirense que se instaurou a tradição do chá das cinco e desde então pouco ou quase nada mudou. Quando aqui vier pode pedir o menu especial do chá e fazer uma viagem ao passado com um conjunto de sanduíches, scones, manteiga, natas batidas, doce e, claro, o chá em si, um blend personalizado para o Reid’s. Tudo isto fica por 35,50€ por pessoa mas, se quiser molhar a boca com um pouco de champanhe, antes disto tudo, conte com um acréscimo de mais 18,50€.

Comprar chá: os novos e os antigos negócios

De portas abertas desde 2016, em Lisboa, a Companhia Portugueza do Chá pode muito bem ser considerada uma catedral. Que o diga Sebastian Filgueiras, que atesta a complexidade deste ingrediente, colocando-o ao nível do vinho ou do café. Antes da loja, já a marca mexia, também pelas mãos deste argentino radicado em Lisboa há quase 20 anos. Responsável por criar blends exclusivos, como é o caso do Lisbon Breakfast, o trabalho vai muito além de embalar, preparar e servir, embora todos os preceitos sejam de suma importância para, no final, obter a melhor das bebidas. Além disso, esta referência no roteiro na especialidade também importa chás de várias partes do mundo.

Companhia Portugueza do Chá, em Lisboa © Divulgação

Quem aqui entra, encontra tudo — dezenas de variedades de chá, mas também a consultoria especializada. Há chás para tomar de manhã, outros para quando o dia já vai avançado; uns para acompanhar com a habitual entourage (doce ou salgada), outros que merecem ser consumidos a solo, sem interferências gustativas. Entrar na Companhia Portugueza do Chá já é, só por si, uma experiência. Os móveis escuros, as vitrines e os frascos dão um ar quase laboratorial a esta loja. Não é por acaso, aqui fazem-se experiências e fusões, sempre com chá.

Quer em Lisboa, quer no Porto, há lojas e mercearias históricas que resistem à modernização. Durante décadas, os chás e cafés para consumo doméstico foram comprados aqui. Falamos de nomes como a Casa Pereira da Conceição, aberta desde 1933 em plena Baixa Pombalina, onde as 20 gavetas de madeira, feitas à medida, ainda guardam variedades de chás perfumados para vender avulso. Nas imediações, encontramos outros marcos do retalho lisboeta — Casa Macário, Pérola do Rossio, A Carioca, com o seu belo interior art déco, e Casa Pereira, porta que se manterá aberta até ao fim do ano, mas que a partir daí, tem o futuro comprometido.

Casa Pereira da Conceição, em Lisboa © JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR

No Porto, o cenário repete-se. A centenária Pérola do Bolhão permanece fiel ao trio de ingredientes que lhe deu fama — chá, café e especiarias. O Pretinho do Japão, casa que entretanto se modernizou, criou condições para que os produtos vendidos fossem também degustados pelos clientes. Com esplanada coberta, o chá é uma opção, sobretudo para os dias mais frios.

Ainda na invicta, se o intuito for comprar chá, há um sítio de paragem obrigatória. Falamos da Mùi Concept, possivelmente a mais exclusiva e especializada loja do Porto, além de uma verdadeira volta ao mundo que começa por ser aromática, mas que depressa chega ao palato. Thuy Tien é a mentora do espaço e tem origem vietnamita. Também ela cria as suas próprias infusões e blends. Quanto às famosas folhas, chegam de paragens tão longínquas como o Vietname, a China, a Índia e o Japão, mas também a África do Sul e o Brasil. Portugal faz parte da lista, não tivessem os Açores a mais antiga e, atualmente, a única plantação de chá da Europa.

Vasta, a seleção vai dos chás ortodoxos, compostos apenas pela folha da camellia sinensis, às fusões mais elaboradas, com misturas de frutos, especiarias e outros ingredientes. Entre os sucessos de vendas está o Porto Wine Touch, um chá preto com passas e aroma de vinho do Porto, o Dama das Camélias, chá verde sencha (das primeiras folhas colhidas) com morango e calêndula, e o Four Seasons, à base de rooibos, hibisco, uvas, laranja, canela, maçã, cravo, cardamomo e gengibre. E porque, além da bebida, o chá é um fenómeno cultural bem mais abrangente, a Mùi Concept reúne peças de vestuário, acessórios e objetos de decoração oriundos do extremo oriente.

Colheita manual do chá na plantação do projeto Camélia © Divulgação

A norte, encontramos ainda o projeto Camélia, tentativa da jornalista alemã Nina Gruntkowski de voltar a cultivar chá em território continental português. Hoje, podemos dizer que foi bem sucedida, mas o processo, que teve início há cerca de oito anos, passou por várias etapas. Começou com a plantação de 200 espécimes. Um ano depois, o projeto já estava a ser acompanhado por uma dupla de especialistas japoneses. Em 2014, as plantas foram mudadas para a sua morada final, um terreno perto de Vila do Conde. A marca chegou cedo às lojas — 30, de Guimarães a Portimão, sem esquecer a plataforma online — sobretudo, com produtos japoneses. Este ano, deu-se a primeira colheita própria, focada na produção de chá verde, prova de que, por cá, o terroir é favorável.

Sirvamos o chá, mas não sem antes escolher o bule

Essencial ao ritual de servir o chá, seja a que horas foi, é o bule. Dos mais barrocos aos de design minimal, passando por verdadeiros tesouros de coleção e até por memórias de infância, selecionamos 12 peças para servir o chá condignamente.

12 fotos

Chá: há maneiras e maneiras de bebê-lo

Há um ano, o Soão fez um upgrade na carta de bebidas, uma harmonização inusitada de chá e whisky para selar a refeição ou, simplesmente, para aquecer o corpo e a alma num dia agreste de inverno. Nesta taberna asiática, que combina as cozinhas chinesa, japonesa, tailandesa, indiana, vietnamita e sul-coreana, a ideia foi trabalhada pelo responsável de cocktelaria e por Sebastian Filgueiras, da Companhia Portugueza do Chá. Dois whiskies japoneses e um taiwanês foram selecionados como parelhas perfeitas de três chás — um Milky Oolong chinês, um Gin Xuan Oolong Thai tailandês e Lapsang açoriano. Em dois dos casos, o chá salienta as notas mais escondidas no whisky, no terceiro atribui-lhe novas notas.

Também em Lisboa, é todas as sextas e sábados que o Kanazawa, o templo de comida nipónica do chef Paulo Morais, veste uma roupa diferente. O chá, principalmente o verde (conhecido como matcha), é o elemento fulcral da cultura japonesa e foi por causa disso que Morais se lembrou de explorar este serviço. Falamos da cerimónia do chá — primeiro, aquece-se a chávena e o pincel de bambu, depois coloca-se a matcha, água quente e mexe-se tudo. A acompanhar, um sortido de guloseimas japonesas onde não falta o clássico dorayaki, o bolo favorito do gato Doraemon. É tudo muito simples mas pleno em exclusividade — o chef serve os clientes diretamente e só cabem oito pessoas ao balcão. Tudo isto tem o preço fixo por pessoa de 10 euros.

Nos lanches japoneses do Kanazawa, a matcha é a bebida de eleição © Divulgação

Mas o gosto pelo chá pode também levar qualquer um a querer conhecê-lo melhor. No Museu do Oriente, em Lisboa, contar a história da arte e dos costumes passa também por esta bebida. O museu alberga uma coleção de porcelana chinesa, intimamente ligada ao consumo de chá, também a ocidente. As peças atualmente expostas datam do período Qianlong, correspondente a uma grande parte do século XVIII. Bules e taças em tudo diferentes das peças usadas a oriente, uma estética muito mais próxima das peças à venda na loja do museu.

Paralelamente, atividades ligadas ao chá são frequentes no museu. A próxima, está marcada para dia 8 de dezembro, no seguimento de um dia dedicado à cultura indiana. Nesse país, o chai é a forma mais popular de beber chá. Depois de preparado é adicionado leite frio. A bebida preparada será o masala chai, resultante da mistura de ervas e especiarias indianas. A inscrição tem um custo de 26 euros por participante.