Michael Bloomberg, antigo “mayor” de Nova Iorque confirmou, finalmente, que vai tentar a nomeação do partido democrata para as próximas eleições presidenciais nos EUA, em 2020. Bloomberg quer ser ele a “derrotar Trump e reconstruir a América”.

Numa publicação na rede social Twitter, Bloomberg diz acreditar que o seu “leque único de experiência na área empresarial, no governo e na filantropia” o colocam em boa posição para “vencer e liderar”.

Vai ser lançada uma campanha publicitária milionária para garantir que Bloomberg se destaca entre os outros candidatos democratas, que incluem Elizabeth Warren. No site da candidatura, Bloomberg defende que o país “não se pode dar ao luxo de ter mais anos marcados pela atuação irresponsável e pouco ética do Presidente Trump”.

PUB • CONTINUE A LER A SEGUIR

Trump “representa uma ameaça existencial para o nosso país e para os nossos valores. Se ele conseguir mais um mandato, poderemos nunca recuperar dos danos”, avisa Bloomberg, que teve três mandatos na liderança da câmara de Nova Iorque, além de ser um empresário com investimentos em vários setores, incluindo na comunicação social.

Mesmo antes de anunciar a decisão da candidatura, Bloomberg numa campanha de anúncios online anti-Trump cerca de 100 milhões de dólares (90 milhões de euros).

Michael Bloomberg gasta 90 milhões de euros em anúncios na Internet contra Trump

O bilionário, detentor da oitava fortuna mundial segundo a revista Forbes, indicou na rede social Twitter o lançamento desta campanha, anunciada no jornal The New York Times pelo seu assessor, Howard Wolfson.

No passado dia 8 de novembro, Michael Bloomberg admitiu candidatar-se à campanha presidencial Democrata em 2020, alegando que os atuais candidatos do partido estão mal preparados para derrotar o Presidente Donald Trump, segundo um seu assessor.