Já estão disponíveis no site da Jerónimo Martins os horários em que as lojas vão estar abertas daqui para a frente, até nova decisão. O presidente do grupo dono das lojas do Pingo Doce tinha indicado que as lojas “fecharão no máximo às 19h00 e as lojas Recheio às 16h00”. Mas já é possível consultar, loja a loja, o horário de abertura a partir de segunda-feira.

Na página da pesquisa por loja, deve procurar a subpágina de cada loja (por zona do país) e consultar, no canto inferior direito, a caixa “horários” – irá notar que estará um horário diferente a partir da segunda-feira.

Os novos horários foram divididos em três grupos, conforme a dimensão da loja e se está ou não no interior de centros comerciais.

Há um primeiro grupo de horários em que a loja abre às 10h da manhã e e fecha às 20h (uma hora mais tarde do que o presidente tinha indicado “no máximo” numa primeira fase) com uma interrupção entre as 14h e as 16h.

Um segundo grupo de lojas abre às 9h da manhã e fecha às 17h. E um terceiro tipo horário possível é entre as 11h e as 19h.

Há apenas duas exceções a esta tipificação: uma loja em Braga e outra em Loulé. Para saber a que grupo de horários pertence a loja mais próxima de si, consulte a página respetiva a cada loja no site, nesta ligação.

Corrida aos supermercados “não faz sentido absolutamente nenhum”

O presidente do grupo disse na sexta-feira que a gestão de pessoal que está a ser feita dividiu as equipas em três grupos — “há um terço que vai manter as lojas abertas, há um terço que fica em reserva por cobrir eventuais necessidades, com rotação quinzenal, e aqueles que são considerados de risco e esses ficam em casa”.

Esta manhã de sábado foi relativamente agitada na maioria das lojas da cadeia, com grandes filas à espera da abertura às 9h (o horário “antigo”, ou “normal”) mas, passado cerca de três horas, muitas lojas estavam com uma afluência até menor do que a média para um final da manhã de sábado. Os funcionários aproveitaram para repor stock de produtos que estão a ser alvo de açambarcamento, como papel higiénico, conservas e leite.

Uma “corrida aos supermercados que Pedro Soares dos Santos considerou, ouvido ontem pela RTP, que “não faz sentido absolutamente nenhum” porque “não há falta” de produtos, só uma necessidade de ajustar os horários de trabalho dos funcionários às medidas decretadas pelo Governo.