Foi já há semana e meia, depois da goleada imposta ao Belenenses SAD no Dragão, que Alex Telles deixou um elogio à “família”. “Nesta reta final os jogos estão mais difíceis, temos de estar mais concentrados. O Belenenses SAD esteve muito forte na primeira parte, mas ajeitámos muita coisa no intervalo. Esta família merece o que está a acontecer”, disse o jogador brasileiro. Esta quarta-feira, depois da vitória do FC Porto na jornada anterior em Tondela, do empate do Benfica em Famalicão e da nova vitória dos dragões frente ao Sporting, Alex Telles conquistou a segunda Primeira Liga desde que chegou a Portugal e o terceiro título ao serviço dos dragões.

Danilo, a figura de uma época que foi de dispensado do estágio a super-herói (a crónica do FC Porto-Sporting)

O lateral brasileiro faz parte de um núcleo duro de jogadores — cada vez mais reduzido, cada vez mais crucial — que já fazia parte do plantel há dois anos, quando Sérgio Conceição conseguiu evitar o pentacampeonato do Benfica e os dragões foram campeões depois de quatro anos de hegemonia encarnada. A par de Telles, também Aboubakar, Marega, Corona, Danilo, Sérgio Oliveira, Otávio, Soares e Marcano continuam na equipa, sendo que este último esteve ao serviço da Roma na temporada passada e só regressou no início da atual. Um grupo, portanto, em que quase todos são atuais titulares e opções certas de Conceição. Uma família, como diz Telles, que se alargou a todos os outros que chegaram entretanto.

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