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Doentes cujo tratamento do cancro é atrasado um mês podem ter um aumento do risco de morte entre 6 a 13%, revela um estudo publicado esta quarta-feira na revista científica The BMJ. Que este aumento do risco exista não é surpresa, mas a análise de vários estudos permitiu à equipa liderada pela Queen’s University (Canadá) perceber a dimensão desse impacto que acontece para vários tipos de tratamento e de cancros e que será tanto maior quanto maior for o atraso.

“Um atraso de quatro semanas no tratamento está associado a um aumento na mortalidade em todas as formas comuns de tratamento do cancros, com atrasos mais longos a serem mais prejudiciais”, disse Timothy Hanna, primeiro autor do estudo, em comunicado de imprensa. Mas mais do que avaliar o risco individual, o que a equipa de investigadores pretende é que as estimativas apresentadas sejam usadas para desenhar melhores políticas públicas em saúde.

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