Chegou depois da hora marcada e depois do seu convidado do dia: Miguel Poiares Maduro. Juntos dirigiram-se à entrada do Museu Romântico, um equipamento cultural da cidade que tem estado envolto em polémica nas últimas semanas graças a uma exposição que já mereceu petições públicas e até um pedido de desculpa por parte do atual autarca, Rui Moreira.

“Têm visita marcada?”, questionou um funcionário do museu junto à porta. Perante a resposta negativa de Vladimiro Feliz e a sua comitiva, a equipa do Romântico informou que a visitar teria de ser paga e feita em grupos de até dez pessoas. “Claro que pagamos!”, exclamou imediatamente Miguel Poiares Maduro, sublinhando o interesse em conhecer o interior do museu que tem sido tão criticado ultimamente.

“Mas os jornalistas não pagam, certo?”, questiona Sebastião Feyo de Azevedo, candidato à assembleia municipal e coordenador do plano autárquico do PSD, levando a que alguns jornalistas abrissem a carteira, prontos para mostrar o seu título profissional. Breves segundos depois, já fora da zona da receção do museu, Vladimiro Feliz comunica que, “infelizmente”, não está autorizado a visitar aquele espaço acompanhado por jornalistas.

Junto à Rotunda da Boavista, Maduro e Feliz foram seguidos por duas dezenas de apoiantes pelas ruas

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