Chegou à zona dos Pinhais da Foz de óculos escuros e o novo livro, “Homo Líder”, de Luís Filipe Menezes debaixo do braço. Foi ao lado do candidato do PSD, no estádio da Pasteleira, que Paulo Rangel, o primeiro nome a soar para a autarquia do Porto, deu o pontapé final no último dia de campanha de Vladimiro Feliz.

“Temos de pensar quem é o melhor presidente da câmara para o Porto e quem conhece Vladimiro Feliz sabe que em Portugal, e não estou a dizer no Porto, sobre política de cidades e cidades do futuro não há praticamente ninguém que tenha o conhecimento e a experiência que ele tem. Conhece todas as instituições, conhece a cidade ao milímetro, não tem nenhuma arrogância, não é um homem de vaidade, é um homem próximo com as pessoas e um portuense no verdadeiro sentido do termo, tendo também experiência de executivo”, disse aos jornalistas.

Rangel sublinha o seu apoio “incondicional e total” a Feliz, garantindo que os portuenses “têm aqui o melhor presidente de câmara que poderiam ter”. Na sua intervenção não deixou de deixar alguns recados à gestão de Rui Moreira na cidade. “A gestão dos últimos anos é gestão de manutenção e conservação. Se olharmos para os últimos 8 anos, qual é a obra emblemática que ficou no Porto? O que verdadeiramente mudou no Porto? O que fica de novo? O que fica da relação dos cidadãos?”

Questionado sobre o apoio de Rui Rio a Moreira precisamente há 8 anos atrás, o eurodeputado do PSD prefere falar do futuro e não de passado. “Sobre isso não vou falar, neste momento não estamos a discutir o que aconteceu há 8 anos. Tanto António Costa como o incumbente cá no Porto falam como se estivéssemos há 8 anos. Mas alguém quer saber o que aconteceu há 8 anos? Neste momento temos é de pensar o que queremos para os próximos 8 anos”, explicou.

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