Para Marcelo Rebelo de Sousa, a reunião desta quinta-feira com peritos e políticos no Infarmed “representou o fechar de uma página, mas não a conclusão de um processo“. E, por isso, entre as mensagens de esperança e elogios, o Presidente da República deixou o aviso: não está descartada a hipótese de voltarem a ser instauradas restrições para travar a pandemia de Covid-19, caso seja necessário.

Se houver circunstâncias que obriguem à imposição de restrições, as restrições serão impostas. Se de repente houver agravamentos que exigem em grau diverso a tomada de medidas, serão tomadas”, disse.

O chefe de Estado defendeu que há duas situações — transportes coletivos e instituições com população de risco — em que “as regras têm de ser desde logo mais fortes“ e dois momentos em que o apelo para que não haja facilitismos tem de estar presente: o arranque do ano letivo e período do Natal e Passagem de Ano.

“O processo continua. Continua a haver doentes internados. Continua a haver doentes em cuidados intensivos. Continua a haver mortes”, lembrou Marcelo, acrescentando: “Não há facilitismo, há um adaptar daquilo que são os comportamentos a uma nova fase”. “O que cada um fizer repercute-se na saúde dos outros. Não é possível separar a saúde individual da saúde pública”, vincou.

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