Os especialistas apresentaram um novo plano de medidas para o outono e inverno que alivia a maioria das regras atualmente em vigor e promove a autoavaliação de risco. Só há duas situações em que as regras são mais apertadas: os lares de idosos e os transportes públicos.

O plano foi apresentado esta quinta-feira pela investigadora Raquel Duarte, do Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto e do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar, na reunião no Infarmed entre os especialistas, as autoridades de saúde e o poder político.

A perita ressalvou que o plano não é um levantamento total das medidas, mas antes uma transição para uma fase em que cada indivíduo e cada instituição deve estudar as regras que melhor se adequam à situação que estão a vivenciar: “É uma transição da obrigatoriedade das medidas para a responsabilidade civilizacional”.

Raquel Duarte apresentou um conjunto de recomendações gerais que implicam uma utilização menos regular do certificado digital — que fica normalmente limitada aos lares de idosos e ao controlo nas fronteiras — e da máscara. Mas isso exige que se antecipe o reforço massivo de vacinação, que se promova a testagem e se monitorizem as variantes em circulação.

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