Um de maio de 1994. Há 30 anos, há precisamente três décadas, a morte de Ayrton Senna deixava o mundo inteiro perplexo, em lágrimas e de luto. Na sétima volta do Grande Prémio de San Marino, em Imola, o piloto brasileiro perdeu o controlo do Williams e embateu contra as barreiras na curva Tamburello e não sobreviveu – naquele momento, morreu uma lenda e nasceu um mito.

Ayrton Senna morreu há 30 anos: os seis Grandes Prémios que fizeram a diferença do melhor piloto de Fórmula 1

Com apenas 34 anos, Ayrton Senna não prolongou uma carreira que já contava com três títulos mundiais de Fórmula 1, em 1988, 1990 e 1991, e uma vida que o tinha tornado um autêntico ídolo. Com fãs no mundo inteiro, desde o Brasil à Europa passando por praticamente todos os países, era um fenómeno de popularidade: protagonizava campanhas publicitárias, era a cara de inúmeras marcas, tinha namoradas famosas e criou um estilo próprio com os óculos de sol que tantas vezes usava.

Co-protagonista de uma enorme rivalidade com Alain Prost, de quem era colega de equipa na McLaren, notabilizou-se pelo talento puro e a facilidade com que conduzia à chuva. Venceu pela primeira vez no Estoril, no Grande Prémio de Portugal de 1985, e terminou prematuramente a carreira com 41 triunfos em 162 provas. Pelo meio, deixou milhares de histórias – que recordamos, em parte, com 30 das melhores imagens de Ayrton Senna.

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