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Luigi Mangione foi formalmente acusado pelo homicídio de Brian Thompson, CEO da UnitedHealthcare. Esta terça-feira, um grande júri de Nova Iorque votou a favor da acusação de Mangione, tanto de homicídio em primeiro grau, como de homicídio em segundo grau como ato de terrorismo e homicídio em segundo grau apenas, de acordo com as autoridades citadas pelo Washington Post.
Sendo agora acusado também de homicídio em primeiro grau, a sua sentença poderá variar entre os 20 anos e a prisão perpétua. De acordo com a lei nova-iorquina, homicídios em primeiro grau só se aplicam a um número restrito de circunstâncias, sendo uma indiciação extremamente rara no estado. Segundo a CNN Internacional, esta acusação é feita quando “a vítima é um juiz, um agente da polícia ou um socorrista, ou quando o assassinato envolve um ‘homicídio por encomenda’ ou com a intenção de cometer terrorismo”.
“Este foi um assassinato assustador, bem planeado e direcionado, que pretendia causar choque, atenção e intimidação”, disse Alvin Bragg, o procurador-geral de Manhattan, em conferência de imprensa. De acordo com Bragg, o homicídio de Brian Thompson “tinha a intenção de evocar terror” e afirma que a reação prevista foi observada.
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Esta quinta-feira, Luigi Mangione estará presente em tribunal no estado da Pensilvânia, onde se encontra ainda detido, para uma nova audiência de extradição, na qual o juiz irá determinar o procedimento para o acusado ser extraditado de volta para Nova Iorque, de modo a ser julgado pelas acusações a que é sujeito. Mangione também foi acusado de crimes ligados ao momento da sua detenção num McDonald’s em Altoona, tendo em sua posse uma arma não registada e documentos de identificação falsificados.
Luigi Mangione e o assassinato do CEO da UnitedHealthcare em cinco pontos