A sede do Chega em Lisboa, na rua Miguel Lupi, foi vandalizada, com uma parede e um muro grafitados com mensagens que parecem dirigir-se ao partido. “Fascismo, mercadoria em voga da classe média agonizante”, lê-se numa das mensagens grafitadas.

Numa nota enviada aos jornalistas, o partido dá nota de que a sede “voltou a ser vandalizada” durante esta noite, de quinta para sexta-feira. E nota que não é a primeira vez que isto acontece.

“Tendo em conta a sucessiva vandalização de outdoors, cartazes e de outras sedes do Chega, só podemos concluir que estes são atos concertados para nos intimidar neste momento tão importante para a democracia portuguesa”, escreve o partido, nesta altura de pré-campanha. “O Chega não se deixará intimidar por atos cobardes e antidemocráticos levados a cabo pela calada da noite”.

Nas fotografias enviadas pelo partido vê-se também um muro onde foi pintada a frase “Um voluntário destino de mitómano”, que o partido considera também ser dirigida ao Chega e que fica mesmo em frente à porta do edifício onde se encontra a sede.