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Trump culpa herança de Biden por desaceleração económica dos EUA

Este artigo tem mais de 1 ano

Numa mensagem na Truth Social, Trump insistiu que este ainda é o "mercado de ações de Biden" e não o seu, referindo-se ao facto de os índices de mercados bolsistas estarem em queda.

epa12063931 US President Donald Trump returns to the White House in Washington, DC, USA, 29 April 2025 after a rally to mark his 100th day in office in Michigan.  EPA/Yuri Gripas / POOL
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"O nosso país vai crescer. Temos de nos livrar da "ressaca" de Biden", insistiu o Presidente norte-americano

Yuri Gripas / POOL/EPA

"O nosso país vai crescer. Temos de nos livrar da "ressaca" de Biden", insistiu o Presidente norte-americano

Yuri Gripas / POOL/EPA

O Presidente dos EUA, Donald Trump, culpou esta quarta-feira a herança política do seu antecessor, Joe Biden, pela desaceleração económica nos Estados Unidos e argumentou que “nada tem a ver com tarifas”.

“O nosso país vai arrancar economicamente, mas primeiro precisamos de nos livrar do que restou de Joe Biden. Isto vai demorar algum tempo, não tem nada a ver com tarifas, é só que ele nos deixou com más estatísticas”, escreveu o Presidente norte-americano na rede Truth Social, exortando os seus concidadãos a “serem pacientes”.

Na mensagem, Trump insistiu que este ainda é o “mercado de ações de Biden” e não o seu, referindo-se ao facto de os índices de mercados bolsistas estarem em queda. “As tarifas em breve começarão a fazer efeito e as empresas vão começar a instalar-se nos Estados Unidos em números recorde”, prometeu Trump na mensagem.

Wall Street baixa 6% e perdas nas capitalizações ascendem a 6,4 biliões de dólares

O nosso país vai crescer. Temos de nos livrar daressacade Biden“, insistiu o Presidente norte-americano.

Nas últimas semanas, os mercados de ações norte-americanos têm sofrido violentas quedas, sobretudo depois de Trump ter anunciado a imposição de tarifas a praticamente todos os países, mas particularmente à China.

Os números da inflação também teimam em não descer, apesar de Trump ter prometido que essa era uma das suas prioridades para o seu segundo mandato, “desde o primeiro dia“.

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