Um homem de 48 anos foi detido esta segunda-feira no aeroporto de Stansted, em Londres, por suspeitas de estar envolvido nos incêndios a dois imóveis e a um carro com ligações ao primeiro-ministro britânico, avançou a Polícia Metropolitana de Londres. Este cidadão é suspeito de ter conspirado para cometer o crime de fogo posto com o objetivo de colocar vidas humanas em risco. Outros três cidadãos já tinham sido detidos pelo mesmo corpo policial, há duas semanas.

Mais um homem acusado de fogo posto em propriedades e carro que foram do primeiro-ministro britânico. Polícia deteve um terceiro suspeito

Dois dos três cidadãos já acusados são ucranianos (34 e 21 anos), enquanto o terceiro (26 anos) tem nacionalidade romeno mas é natural da Ucrânia. Ainda não é conhecida a nacionalidade do quarto detido e a idade é a única informação referente à sua identidade que é, para já, pública. Está previsto que os três sejam presentes a um juiz esta sexta-feira, no Tribunal Criminal de Old Bailey, em Londres.

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Estes três cidadãos foram acusados pelo envolvimento nos incêndios que deflagraram na antiga casa de Keir Starmer, na madrugada do dia 12 de maio. O cidadão ucraniano de 21 anos é alvo de três acusações de fogo posto, enquanto os outros dois detidos são apenas visados por conspiração para cometer esse mesmo crime. A Polícia Metropolitana de Londres não anunciou publicamente se o quarto cidadãos detido também é alvo de uma acusação pelo envolvimento nos eventos em questão.

A propriedade, que as autoridades londrinas suspeitam ter sido alvo de fogo posto, era onde residia a família do primeiro-ministro, antes de ter sido eleito chefe do governo do Reino Unido, no ano passado. O fogo apenas casou danos na porta de entrada do imóvel.

Ocorreram ainda outros dois incidentes aos quais as autoridades associam este episódio. No dia 8 de maio, foi incendiado um carro na mesma rua. Passados três dias, um incêndio deflagrou na porta da frente de uma outra propriedade com ligações a Keir Starmer, em Islington, também na capital inglesa. Nesse caso, uma pessoa teve inclusivamente de ser retirada do edifício em causa por uma equipa de emergência.