Os três adeptos do Sporting que foram constituídos arguidos por terem atacado na terça-feira, em Lisboa, um carro no qual seguiam apoiantes do FC Porto ficaram em prisão preventiva, avançou a SIC e confirmou o Observador.

“Os três ficaram sujeitos à medida de prisão preventiva, com a possibilidade de substituição por prisão domiciliária, caso sejam cumpridos os pressupostos legais exigidos”, refere fonte oficial da Comarca de Lisboa, acrescentando que o processo se encontra em segredo de justiça.

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Em declarações aos jornalistas, um dos advogados de defesa explicou que o juiz justificou a decisão com o “alarme social” e o “perigo de perturbação do inquérito”. Afirmou que concorda com a decisão judicial e que não vai recorrer.

O ataque, no dia 10 de junho, aconteceu depois de um jogo de hóquei em patins entre o Sporting e o FC Porto. Os arguidos, com idades entre os 22 e os 26 anos, são suspeitos de cinco crimes de tentativa de homicídio, ofensas à integridade física qualificada, um crime de incêndio, de roubo e detenção e uso de armas proibidas.