Como e onde vive a população portuguesa? O que prefere comprar novo e em segunda mão? E como cuida da saúde? Estas e muitas mais questões são respondidas por Os Números que Somos, uma parceria do Observador com a empresa de estudos de mercado Netsonda.

Uma vez por semana, todos os sábados, o Observador lança, no site e na rádio, o retrato da população tema a tema, resultado de um inquérito com centenas de participantes. Trata-se de uma análise detalhada ao trabalho, habitação, consumo, educação, informação e comunicação, participação cívica, guerra e segurança, sociedade e saúde em Portugal. Serão reveladas as diferenças entre gerações — dos baby boomers à geração Z — mas também entre regiões e géneros.

Sabia que só 15% dos jovens diz que separa o lixo para reciclagem raramente ou nunca? E que se no emprego os homens dão mais importância ao ordenado, as mulheres preferem o ambiente de trabalho? Todos os sábados, o Observador vai publicar uma análise temática com as conclusões do inquérito Netsonda. A primeira arranca já no dia 9 de agosto.

O primeiro estudo foi realizado entre 14 e 21 de julho e contou com 800 respostas dadas pela comunidade Netsonda, “o primeiro painel online em Portugal para resposta aos estudos de mercado”, explica Francisco Cabral. O coordenador do estudo Os Números que Somos conta que o painel integra cerca de 300 mil inquiridos, que têm que mudar periodicamente de forma a não enviesar os dados: “Procuramos 5 mil pessoas novas por mês”, conta.

Este ano, a Netsonda cumpre o seu 25.º aniversário — e muito mudou desde 2000. “As plataformas são mais user-friendly para responder aos estudos, é tudo mais automatizado, conseguimos fazer mais facilmente regras num estudo em que uma questão seja só respondida por homens e filtrar logo”, relata o também partner da Netsonda.

Os dados também já são tratados através da Inteligência Artificial (IA), desde a construção de questionários à validação das análises. “Mas ainda é muito importante o trabalho do técnico. Tem que ter a capacidade de analisar os dados que a inteligência artificial nos dá, ou seja, de saber gerir estes agentes todos que hoje em dia existem para conseguir obter a informação relevante para o cliente.”

Não perca a primeira análise, sobre a habitação em Portugal, já no sábado, 9 de agosto.

[Um jovem polícia é surpreendido ao terceiro dia de trabalho: a embaixada da Turquia está sob ataque terrorista. E a primeira vítima é ele. “1983: Portugal à Queima-Roupa” é a história do ano em que dois grupos terroristas internacionais atacaram em Portugal. Um comando paramilitar tomou de assalto uma embaixada em Lisboa e esta execução sumária no Algarve abalou o Médio Oriente. É narrada pela atriz Victoria Guerra, com banda sonora original dos Linda Martini. Ouça o terceiro episódio no site do Observador, na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube Music. E ouça o primeiro episódio aqui e o segundo aqui]