Viseu, Aveiro e Coimbra vão estar na sexta-feira de manhã sob aviso vermelho, o mais grave, devido à chuva forte, adiantou o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) esta quinta-feira e foram mantidos já esta sexta-feira. O aviso é válido entre as 6h00 e 12h00 de sexta-feira. Estes três distritos entram na madrugada de sexta-feira em aviso laranja, que se prolonga até às 00h00 de sábado.

Também Bragança, Porto, Guarda, Vila Real, Viana do Castelo, Leiria e Braga, estarão sob aviso laranja na sexta-feira devido à “precipitação persistente e por vezes forte”. Estes dez distritos ficam no sábado sob aviso amarelo devido à previsão chuva.

O IPMA colocou ainda Setúbal, Santarém, Lisboa, Castelo Branco, Portalegre sob aviso amarelo na sexta-feira e no sábado.

Já a capitania do Porto do Funchal emitiu esta sexta-feira um aviso de má visibilidade para a orla marítima do arquipélago da Madeira, que vigorará até às 6h00 de sábado. Segundo a autoridade marítima regional, com base nas previsões do IPMA a visibilidade no mar da Madeira será “boa a moderada, por vezes fraca a má na parte noroeste”.

Quanto ao vento, adianta que vai soprar “moderado a muito fresco, por vezes forte na parte mais noroeste até ao final da tarde”, tornando-se “fraco a moderado”.

A ondulação vai ser na ordem dos quatro metros na costa norte e até dois metros na parte sul. A capitania recomenda “a toda a comunidade marítima e à população em geral (…) cuidados a ter, tanto na preparação de uma ida para o mar, como quando estão no mar ou em zonas costeiras”.

O reforço da amarração e vigilância apertada das embarcações atracadas e fundeadas, evitar passeios junto ao mar ou em zonas expostas à agitação marítima e não praticar pesca lúdica em zonas atingidas pela rebentação são as indicações deixadas no aviso.

Os avisos do IPMA – vermelho, laranja e amarelo – são emitidos quando existe uma situação meteorológica de risco, que pode ser avaliada como de risco elevado, moderado ou reduzido. A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) emitiu esta quinta-feira um aviso à população para comportamentos preventivos devido à previsão de chuva forte, vento e possibilidade de cheias ou inundações nos próximos dias.

Fonte da ANEPC disse à agência Lusa que o nível de prontidão foi elevado para 3, o que significa uma maior capacidade de resposta dos operacionais.

A Proteção Civil advertiu que podem ocorrer variações significativas nos caudais de zonas historicamente mais vulneráveis. O agravamento das condições meteorológicas está associado à previsão de inundações em zonas urbanas, cheias e contaminação de fontes de água potável por inertes resultantes dos incêndios rurais.

A Proteção Civil alertou para a necessidade de garantir a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais e a adequada fixação de estruturas soltas, nomeadamente andaimes, placas e outros materiais suspensos. As temperaturas mínimas vão registar uma descida mais significativa, prevendo-se valores na ordem de 10 a 15 graus nas regiões norte e centro, descendo para valores inferiores a 05 graus em alguns locais do interior norte e centro na noite de sábado para domingo.

As mínimas vão variar entre 13 e 18 graus na região sul, descendo para valores entre 9 e 14 graus na noite de sábado para domingo. A PSP alertou também esta quinta-feira os condutores para o mau tempo previsto para os próximos dias, que aumenta o risco de acidentes rodoviários.

A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) emitiu esta quinta-feira um aviso à população para comportamentos preventivos. Fonte da ANEPC disse à agência Lusa que o nível de prontidão foi elevado para 3, o que significa uma maior capacidade de resposta dos operacionais.

A Proteção Civil advertiu que podem ocorrer variações significativas nos caudais de zonas historicamente mais vulneráveis. Na bacia do rio Minho, podem aumentar os caudais, mas sem situações críticas. Já no rio Coura, recomenda-se o acompanhamento da situação. É igualmente previsível a subida do Lima, do Cávado e do Douro, “sem situações críticas” assinaladas.

Relativamente à informação disponibilizada pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA), recomenda-se uma intensificação da vigilância na bacia do Vouga, onde as águas do rio Águeda poderão registar um aumento “superior ao normal”.

Recomenda-se também o acompanhamento do nível das águas do Mondego, uma vez que poderão aumentar as afluências a Coimbra. A recomendação estende-se ao rio Lis e à bacia do Tejo, devido à previsão de aumento dos caudais no rio Zêzere. No rio Nabão, poderá verificar-se também um aumento do nível da água, que deve ser acompanhado. Na bacia das Ribeiras do Oeste, poderá ocorrer uma subida dos caudais nos rios Arnoia e Alcoa.

O agravamento das condições meteorológicas está associado à previsão de inundações em zonas urbanas, cheias e contaminação de fontes de água potável por inertes resultantes dos incêndios rurais.

A Proteção Civil alertou para a necessidade de garantir a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais e a adequada fixação de estruturas soltas, nomeadamente andaimes, placas e outros materiais suspensos.

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