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Donald Trump diz que todas as ordens de Biden assinadas por caneta automática foram revogadas

Este artigo tem mais de 6 meses

O líder diz que "os lunáticos da esquerda radical" tomaram decisões por Biden, algo que já foi negado pelo ex-Presidente. Se o voltar a fazer, avisa Trump, será acusado de prestar falso depoimento.

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AFP via Getty Images

AFP via Getty Images

O Presidente do EUA, Donald Trump, voltou ao ataque contra o seu antecessor, Joe Biden. Na rede social Truth Social, o líder escreveu que “todos os documentos assinados pelo Sleepy [dorminhoco] Joe Biden” com a caneta automática foram “revogados” e ficaram “sem efeito”.

“Os lunáticos da esquerda radical à volta de Biden na secretária da Sala Oval roubaram-lhe a Presidência”, acusou Trump, alegando que a caneta automática não pode ser utilizada “sem a aprovação específica do Presidente dos Estados Unidos”.

“Por meio deste documento, estou a cancelar todas as ordens executivas e qualquer outra coisa que não tenha sido assinada diretamente pelo desonesto Joe Biden, porque as pessoas que operaram a caneta automática o fizeram ilegalmente”, acusou

Trump diz que “Joe Biden não esteve envolvido no processo da caneta automática”. “Se diz que foi, vai ser acusado de falsidade de depoimento”, atacou.

O Presidente dos EUA tem sido altamente crítico do uso desta ferramenta por parte de Joe Biden. Ao longo do segundo mandato, já reverteu 89 das 162 ordens executivas assinadas por Biden, noticiou o American Presidency Project, no primeiro dia de mandato, a 20 de janeiro, e uma série revertidas no dia 14 de março, noticiou a CBS News. No corredor da fama presidencial montado por Trump na Casa Branca, a foto do antecessor foi substituída pela caneta automática.

No “Corredor da Fama Presidencial” de Trump, Joe Biden é representado com uma caneta automática em vez do seu retrato

Biden nega veementemente todas as acusações de que não terá tomado decisões durante a Presidência, afirmando que “qualquer sugestão” de que não o fez “é ridícula e falsa”. “Deixe-me ser claro: eu tomei as decisões durante a minha presidência. Eu tomei as decisões sobre os indultos, ordens executivas, legislação e proclamações”, acrescentou.

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