A Câmara Municipal de Cascais aprovou esta terça-feira a adjudicação da obra de reabilitação do paredão do município, um investimento superior a 16 milhões de euros para uma “intervenção considerada estruturante para a frente marítima”, segundo comunicado daquela entidade.
“Foi hoje aprovada por unanimidade, em reunião de câmara, a adjudicação da empreitada de Reabilitação Estrutural e de Infraestruturas do Paredão de Cascais, uma intervenção considerada estruturante para a frente marítima entre Cascais e a Azarujinha”, refere a nota.
Segundo o comunicado da Câmara de Cascas, a obra representa um investimento “superior a 16 milhões de euros” e prevê o reforço estrutural do Paredão de Cascais, bem como o seu alargamento em troços mais vulneráveis, novas acessibilidades, e a instalação de iluminação e videovigilância na nova estrutura.
Embora a requalificação fosse da competência da administração central, estando numa área de jurisdição da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), o município decidiu avançar com o investimento, lê-se na nota.
Porque, segundo o Presidente da Câmara municipal de Cascais, Nuno Piteira Lopes, “os munícipes de Cascais não podem continuar a aguardar pela requalificação do paredão, um espaço emblemático e amplamente procurado por residentes e visitantes, seja para o acesso às praias, seja para caminhadas, prática desportiva ou simples momentos de lazer ao longo da nossa frente marítima”.
“Esta intervenção assume, por isso, uma importância estratégica não apenas pela valorização do território que representa, mas também pelo impacto direto na qualidade de vida das pessoas. Acresce a prioridade de garantir a segurança de todos os que utilizam este espaço, prevenindo riscos e assegurando condições adequadas de circulação e fruição”, adianta Nuno Piteira Lopes, citado no comunicado.
O projeto, que “respeita padrões de sustentabilidade”, foi desenvolvido ao longo dos últimos quatro anos, período durante o qual esteve dependente de pareceres e articulação com entidades externas, implicando ajustamentos técnicos sucessivos, acrescenta.
Concluindo que, com esta deliberação, o município avança para a concretização de uma obra “considerada prioritária para a segurança e qualidade de utilização daquele espaço público”.
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