O deputado republicano Tony Gonzales anunciou, esta segunda-feira, que vai renunciar ao mandato após ter sido acusado de ter mantido uma relação sexual coerciva com uma assessora que se suicidou no ano passado.

“Há um tempo para tudo e Deus tem um plano para todos nós. Quando o Congresso retomar os trabalhos amanhã, apresentarei a minha demissão do cargo. Foi um privilégio para mim servir o maravilhoso povo do Texas”, escreveu Gonzales na rede social X.

A decisão surge após críticas de vários membros dos dois partidos norte-americanos. Gonzales, que cumpria o seu terceiro mandato e representava um distrito fronteiriço entre San Antonio e El Paso, já se encontrava sob pressão política depois de mensagens virem a público e que alegadamente mostravam um caso com uma assessora.

A funcionária em causa, Regina Santos-Aviles, trabalhava no gabinete distrital de Uvalde. Segundo o New York Times, que cita o advogado do marido, as mensagens entre a mulher e Gonzales incluíam “conteúdos de teor sexual”.

Regina Santos-Aviles morreu em setembro de 2025, de acordo com a polícia local, tendo sido reportado que se tratou de suicídio. Na altura em que as acusações surgiram, Gonzales negou qualquer relação de natureza sexual com a assessora.

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