A estrada no cais fluvial da Foz, no rio Douro, em Sabrosa, reabriu a todo o tipo de veículos depois de ter estado condicionada em consequência do comboio de tempestades que afetou o país, foi esta quarta-feira divulgado.
A presidente da Câmara de Sabrosa, Helena Lapa, disse que a estrada que liga a zona do Pinhão a Covas do Douro e serve, para além da população, diversas quintas de produção de vinho e de enoturismo, foi reaberta segunda-feira a todo o tipo veículos, terminando assim os constrangimentos que se verificaram nos últimos tempos naquele local.
“Estava a causar um transtorno imenso”, salientou a autarca que explicou que, na sequência do mau tempo, foi detetada uma fissura e um abatimento do piso no local e que, por uma questão de segurança, a via foi cortada ao trânsito em fevereiro.
Entretanto, após a melhoria das condições meteorológicas, a situação desagravou e o município e a Administração dos Portos do Douro, Leixões e Viana do Castelo (APDL) decidiram reabrir a estrada, primeiro para viaturas ligeiras e, agora, a todos os veículos, nomeadamente os autocarros turísticos que ali costumam estacionar.
Câmara e APDL estão também a discutir novas soluções de segurança e mobilidade para fazer face aos constrangimentos há muito identificados no Cais da Foz, que serão apresentadas e concretizadas em breve.
O comboio de tempestades afetou em fevereiro o concelho do sul do distrito de Vila Real provocando, segundo Helena Lapa, cerca de 200 mil euros de prejuízos em infraestruturas públicas, mas à volta de dois milhões de euros de danos em privados, designadamente em taludes, muros e socalcos em vinhas durienses.
A passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que fizeram também várias centenas de feridos, desalojados e deslocados. Mais de metade das mortes foi registada em trabalhos de recuperação.
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