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O presidente do Conselho Europeu, António Costa, disse esta segunda-feira que as 1.600 sanções esta segunda-feira adotadas pela União Europeia (UE) contra pessoas e entidades do complexo militar e industrial russo respondem ao agravamento da situação por Moscovo.
“Isto não ficará sem resposta”, referiu Costa numa mensagem divulgada pelas redes sociais, após constatar que “a Rússia continua a agravar a situação, intensificando os seus ataques imprudentes contra civis e infraestruturas civis na Ucrânia, bem como os seus ataques híbridos dirigidos contra os Estados-membros da UE”.
No one wants peace more than Ukraine. The EU stands united and unwavering in its support for Ukraine and for all efforts to bring Russia’s war of aggression to an end.
Yet Russia continues to escalate, intensifying its reckless attacks on civilians and civilian infrastructure…
— António Costa (@eucopresident) October 12, 2026
Esta segunda-feira, sublinhou, “os Estados-membros da UE adotaram cerca de 1.600 novas sanções dirigidas ao complexo militar-industrial da Rússia — a maior expansão pontual da nossa lista de sanções desde que a Rússia lançou a sua invasão em grande escala da Ucrânia”.
A UE aprovou esta segunda-feira novas sanções contra cerca de 1.600 indivíduos e entidades do complexo militar e industrial da Rússia, com foco principal na cadeia de produção de mísseis balísticos, anunciou a chefe da diplomacia do bloco.
“Os ministros dos Negócios Estrangeiros da UE acabaram de aprovar sanções contra cerca de 1.600 novas entidades e pessoas ligadas ao complexo militar e industrial russo. Trata-se da maior expansão da nossa lista de sanções desde o início da guerra de agressão da Rússia contra a Ucrânia”, anunciou Kaja Kallas numa publicação nas redes sociais, divulgada enquanto decorre uma reunião dos ministros dos Negócios Estrangeiros da União Europeia (UE), no Luxemburgo.
A Rússia invadiu a Ucrânia em fevereiro de 2022, para “desmilitarizar e desnazificar” o país vizinho, como justificou então o Presidente russo, Vladimir Putin.
A decisão de Putin desencadeou aquele que é considerado como o conflito mais grave na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).