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As autoridades russas recusam entregar à Síria o deposto presidente Bashar al-Assad, pois este recebeu asilo de Moscovo “por motivos humanitários”, declarou esta quarta-feira o vice-ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Gueorgui Borisenko.

“Os nossos parceiros sírios estão plenamente conscientes de que a Rússia concedeu asilo político a Bashar al-Assad por razões humanitárias. E as atuais autoridades em Damasco compreendem que esta decisão russa é irrevogável”, afirmou o diplomata em entrevista ao canal RTVI.

Borisenko acrescentou que a Rússia está a desenvolver uma relação positiva com as novas autoridades sírias e lembrou que o atual Presidente, Ahmed al-Sharaa, já visitou Moscovo em duas ocasiões e que o diálogo continua também ao nível dos ministros dos Negócios Estrangeiros.

“O nosso diálogo político está a desenvolver-se de forma bastante ativa. A cooperação económica está algo estagnada, mas esperamos que (…) os nossos laços económicos também comecem a avançar rapidamente“, concluiu o vice-ministro.

A primeira visita do atual Presidente sírio à Rússia ocorreu em outubro de 2025, quase um ano depois da queda de Al-Assad — aliado da Rússia contra as milícias lideradas por Al-Sharaa — e da sua fuga para Moscovo.

[Annie conhece o ministro do Interior de Cuba há muito tempo, mas a paixão que os une é relativamente recente. É justamente nessa altura que Zé Manel, como ela lhe chama, vai ser implicado num dos maiores escândalos da liderança de Fidel Castro. O “Caso Ochoa” envolve droga, fuzilamento, prisão e o narcotraficante mais conhecido do mundo: Pablo Escobar. Já pode ouvir o quinto episódio de “Os Escândalos de uma Revolucionária”, o novo Podcast Plus do Observador. Está disponível no site do Observador, na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube.]