O Banco Carregosa rejeita qualquer envolvimento nas alegadas práticas ilícitas noticiadas pela comunicação social, na quarta-feira, salientando que os 66 milhões de euros referidos nas notícias não correspondem a qualquer operação, exposição ou contingência que lhe possa ser imputada.
Numa declaração divulgada na sequência das buscas feitas na quarta-feira, a instituição afirma não ter identificado irregularidades nos procedimentos adotados e recusa qualquer responsabilidade por eventuais práticas ilegais.
O Banco é alheio às alegadas práticas ilícitas a que fazem referência as notícias divulgadas”, pode ler-se no comunicado.
O banco acrescenta que, com base na informação de que dispõe, não prevê impactos materiais na sua atividade ou nos resultados decorrentes dos factos noticiados.
Após as diligências realizadas na quarta-feira, a instituição sublinha que nem o banco “nem qualquer dos seus administradores, diretores ou colaboradores foram constituídos arguidos”.
O Banco Carregosa garante ainda que continuará a colaborar com as autoridades, respeitando o decurso da investigação, e reserva-se o direito de tomar as medidas necessárias para proteger o seu bom nome e reputação.
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