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Fabrice Demoulin

Fabrice Demoulin

1927: uma data de cerveja

A gama Selecção 1927 da Super Bock nasceu para provar que uma boa cerveja valoriza tudo o que acompanha. São quatro cervejas especiais que abrem caminhos distintos para um sem número de harmonizações.

Abrir uma garrafa de cerveja como quem abre uma garrafa de champanhe é, como diz o lema da gama de cervejas especiais Selecção 1927 da Super Bock, uma escolha de mestre. Apreciar-lhe a coloração da espuma, a opacidade ou transparência da cor, ora dourada, ora fumada, ora achocolatada ou cor de café é uma arte que passa por
abrir o paladar a uma nova experiência, uma experiência gastronómica de eleição.

Começando pelo nome, que é um número, 1927 é o ano em que a marca Super Bock foi registada, mas é também o nome de uma escolha feita pelos mestres cervejeiros da Unicer que procuraram trazer o passado e a sua tradição para a atualidade, numa nova dimensão sensorial, para uma nova experiência de consumo de cerveja com a
gama Selecção 1927 da Super Bock.

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Juntando-se à linha de cervejas Super Bock Original e Stout, a Selecção 1927 vem aumentar o leque de ofertas no que toca a cervejas de pressão, além dos formatos convencionais de 33cl. Mas foi com um outro formato que esta história de cervejas especiais começou, em 2013, quando a primeira edição especial da Selecção 1927 da Super Bock foi apresentada em garrafas de 75 cl, particularmente grandes para os padrão tradicionais das cervejas portuguesas.

«Estamos a falar de cervejas de eleição, idealizadas pelos mestres cervejeiros da Super Bock, produzidas em pequena escala na Oficina da Cerveja». 
Rui Mota

Até hoje, chegaram já ao mercado 16 edições limitadas, com produções entre as 12 e as 20 mil garrafas, exclusivamente destinadas aos principais mercados. Esgotaram todas. Em abril de 2016 chegaram as quatro novas cervejas Selecção 1927 da Super Bock que se assumem como escolhas diferenciadas, pois integram a gama de forma permanente.

Depois da experiências das elegantes garrafas de 75 cl, abrem-se agora as bocas de pressão aos balcões de mais de 125 pontos de venda de norte a sul do país.

A pressão de uma boa cerveja

A chegada da gama Selecção 1927 da Super Bock à restauração é acompanhada por uma abordagem diferenciada junto dos clientes, aproximando o consumo da cerveja de uma experiência gastronómica. Por isso, onde há pressão e existência de um serviço adequado à especificidade destas cervejas especiais, há também formação por parte da Super Bock.

É ministrada «aos mais diversos parceiros e colaboradores, sobretudo a quem trabalha junto do cliente final», pois «é importante explicar aos clientes como estas quatro cervejas podem ser combinadas e harmonizadas com os pratos». A ideia é «criar uma experiência tão rica quanto possível», diz Rui Mota, gestor da Selecção 1927 da Super Bock.

E se este processo é todo ele muito especial, é porque também estas cervejas são especiais: «Estamos a falar de cervejas de eleição, idealizadas pelos mestres cervejeiros da Super Bock, produzidas em pequena escala na Oficina da Cerveja, uma instalação independente de menor dimensão, dedicada exclusivamente à produção destes quatro estilos de cerveja, concebidas a partir de ingredientes criteriosamente selecionados e de qualidade excecional, que resultam nestas cervejas ricas em aroma e sabor que tivemos oportunidade de provar”, assegura Rui Mota.

A experiência Selecção 1927 da Super Bock começa com a roupagem e a apresentação de uma cerveja numa garrafa de 75cl. Quem olhar para ela vê-se remetido para o universo de um produto senão de luxo, pelo menos gourmet: uma garrafa de champanhe ou de um bom vinho espumante.

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Desde a forma e coloração do vidro até à rolha de cortiça, em forma de cogumelo de Paris, presa por arames que apetece desenlaçar para ouvir o fervilhar do líquido prestes a jorrar, tudo converge para o desejo de experimentar, provar e beber. E se a vontade é grande de descobrir o que está dentro da garrafa, será que o líquido é assim tão diferente? Água, malte, lúpulo e levedura, a quadratura da cerveja está garantidamente presente nas quatro novas propostas da Selecção 1927 da Super Bock. Mas tem de haver algo mais, uma produção diferenciada e alguns segredos…

Uma casa e uma oficina de seleção

Desde o lançamento da Selecção 1927 da Super Bock, em 2013, que cada cerveja revela «uma experiência gastronómica única com diversas combinações de sabores, tornando a experiência de beber cerveja cada vez mais surpreendente e recompensadora». Quem o diz é Marta Fraga, beer sommelière – ou escanção de cerveja – da Casa da Cerveja e Oficina da Cerveja, onde a Super Bock é produzida.

«A ideia é sempre elevar a cerveja e a comida, de modo a que nenhum deles fique ofuscado quando juntos, como dois bons bailarinos».
Marta Fraga

A beer sommelière revela-nos ainda o caráter coletivo no que toca à criação de novas cervejas, pois «há uma equipa de dez a quinze pessoas, entre mestres cervejeiros, engenheiros alimentares e designers de cerveja» que procuram desenhar novas cervejas e encontrar o ponto exato que vá ao encontro da identidade da marca e dos gostos mais exigentes dos diversos públicos».

Nas visitas à Casa da Cerveja, Marta Fraga está presente no que define como a parte melhor da visita: «Eu recebo as pessoas na parte da harmonização, onde faço a condução da prova em si, a apresentação de duas cervejas e a sua combinação com pratos diferenciados».

Fabrice Demoulin

Situada em Leça do Balio, a Casa da Cerveja abriu as portas ao público em outubro de 2015 e aposta em visitas didáticas e sensoriais. Mas o que se passa ao longo dessas visitas, Marta Fraga? «É como num museu, pois é um património de saber fazer que aqui se revela, em que as pessoas podem ser guiadas numa visita que dura cerca de uma hora e meia, para que possam ter noção da própria dimensão da fábrica.

Neste sentido, desmistificamos, mostramos passo a passo tanto o que é o lugar da oficina artesanal de cerveja, ou seja, o lugar de produção em si, como, depois, a parte final das linhas de enchimento. O objetivo é mostrar a cerveja em todas suas dimensões, portanto há todo um caminho a ser percorrido pelo mundo da cerveja».

A importância da relação estabelecida entre os produtores e distribuidores, desde o fabrico até à restauração com o cliente final é um dos segredos para o sucesso do «acontecimento cervejeiro que estamos a viver neste momento em Portugal», garante Marta Fraga, definindo esse momento como «o momento da harmonização, o momento em que a cerveja é um produto gastronómico».

A beer sommelière dedicada à gama Selecção 1927 da Super Bock explica o sentido desta nova experiência de sabores: «a ideia é sempre elevar a cerveja e a comida, de modo a que nenhum deles fique ofuscado quando juntos, como dois bons bailarinos».

Um copo de eleição para novas sensações

Elevar a cerveja significa, literalmente, servi-la num copo mais alto. Foi por isso que a Super Bock já havia criado um copo de degustação e prova para a gama Selecção 1927 da Super Bock, um copo de pé alto, como os que se usam para beber vinho, Marta Fraga? «Sim, claro. E não se trata apenas de elevar o vinho do nível da mesa aproximando-o mais do nível do olhar, para que melhor possamos contemplar a sua coloração, trata-se também de deixar abrir os seus aromas, senti-los no nariz antes mesmo da prova no palato juntamente com um movimento de mãos que revele o caráter da espuma, a sua tonalidade e aroma».

«Cada cerveja revela uma experiência gastronómica única com diversas combinações de sabores, tornando a experiência de beber cerveja cada vez mais surpreendente e recompensadora». 
Marta Fraga

Elevar o consumo da cerveja à sua devida degustação, eis a proposta da Super Bock com um novo copo apresentado nos restaurantes e outros espaços que oferecem finos ou imperiais de Selecção 1927 da Super Bock, como o Bairro do Avillez, em Lisboa, onde a harmonização proposta por Marta Fraga incluiu as quatro novas cervejas que integram a gama em definitivo. Fica assim a sugestão para quem quiser fazer bons casamentos em casa com todas as cervejas da gama Selecção 1927 da Super Bock:

Selecção 1927 Czech Golden Lager, com Alfacinha de bacalhau crocante, maionese de alho e molho de tomate picante. Se na cerveja se encontra um sem fim de lúpulo, fresco e fino como manjerico e, no palato, a riqueza do malte entre o doce e o amargo, é no final de boca que perdura este bom amargo que irá abrir a ligação com o fresco e salgado sabor do bacalhau. O Crocante e a frescura da alfacinha são destacados pelo encontro com o manjerico da Czech Golden Lager e a leveza do conjunto ganha consistência e estrutura suficientes para um primeiro prato de peixe.

Selecção 1927 Munich Dunkel, com Copita de porco preto bolota. Produzida com Malte especial Munique, esta cerveja castanha e brilhante com espuma cremosa e cor de areia casa desde logo pela cor com os tons avermelhados do presunto especialmente fino e aromático.

A bebida assume um aroma rico a malte, chocolate, frutos secos e fumado ligeiro que dança uma verdadeira valsa com o fumado deste Copita de porco preto bolota. O fim de boca é médio, frutado e ligeiramente tostado, equilibrando o teor mais salgado da carne fumada e cortando um eventual excesso. A Munich Dunkel alinha na perfeição com pratos de grande caráter.

Selecção 1927 Bavaria Weis, com Bifana de porco alentejano com pickles e emulsão de kimchi. O malte de trigo ocupa o palco principal nos ingredientes desta cerveja da Baviera, fermentada a temperatura elevada (Ale) e não filtrada. Muito clara e turva, revela uma sintonia de aromas frutados, cravinho e especiarias que realçam o sabor do kimchi desta bifana de porco alentejano.

O corpo é ligeiro, o sabor suave e refrescante, pouco amargo e com boa acidez, e com um fim de boca curto, o que permite ir buscar aos pickles um pouco mais de acidez sem que se torne um excesso, equilibrando assim o eventual perdurar da gordura natural da bifana.

Selecção 1927 Bengal Amber IPA, com Pudim de azeite e mel com raspas de limão e ainda Caramelo salgado. Esta cerveja traz consigo a cor do açafrão das Índias, com espuma cremosa e é esta herança de especiarias que marca o primeiro encontro com o pudim de azeite e mel. Brilhante e viva, esta cerveja liberta aromas frutados e cítricos que antecedem o sabor forte a lúpulo e, no seu conjunto, aligeiram a doçura intensa do pudim e do mel, inventando uma espécie de morna vienense, dança ligeira mas apaixonada, com o caramelo salgado.

O Pudim de azeite e mel com raspas de limão e o Caramelo salgado metamorfoseiam-se em propostas de equilíbrio nesta harmonização com a Bengal Amber IPA, surpreendendo até os mais avessos a doçuras. Com um fim de boca persistente, com bom amargo, intenso e seco, este é o casamento congeminado no paraíso para concluir esta refeição.

Boa seleção, boas harmonizações!

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