1. 2016. Marcelo, Sócrates e a geringonça contados em 43 fotos
    29 Dezembro 2016
    Janeiro em campanha. Fevereiro: orçamento primeiro. Portas chora em março, abril congressos mil. Junho lua de mel em Paris. Verão, viagens com Galp. Geringonça em novembro que outubro foi de Guterres.
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    Rita Dinis
  2. Janeiro
    Marcelo todo o terreno

    O ano começou na estrada. A campanha presidencial fez Marcelo Rebelo de Sousa percorrer o país de lés a lés, encarando o frio que só ele detesta. De sandes e sumol sempre prontos no carro, foi a campanha minimalista -- sem apoios partidários e com a comitiva mais pequena de que há memória -- que o levou a Belém.

    Foto: LUSA
  3. Janeiro
    Regra número um: não perder Marcelo de vista

    O mote foi dado na campanha mas serviria de lição para o resto dos 12 meses do ano: Marcelo candidato - assim como Marcelo Presidente -, é de tal forma imprevisível que o melhor é mesmo não o perder de vista. Haverá sempre um bom momento, um bom soundbite ou, melhor ainda, um bom recado a parceiros ou adversários.

    Foto: EPA
  4. Janeiro
    Os afetos, sempre os afetos. E um Presidente na rua

    Selfies, beijinhos a idosas, abraços, mais beijinhos, engraxar sapatos no meio da rua, pentear senhoras num cabeleireiro. No fundo o truque é espalhar afetos. Foi assim na campanha, mas não foi assim só para amealhar votos. Marcelo manteve o registo de Presidente do povo até ao último dia do ano.

    Foto: LUSA
  5. Janeiro
    Entre visitas a lares, sanitas e feiras de enchidos

    No mês da rota eleitoral, a socialista Maria de Belém destacava-se pela campanha murcha que fazia. Ora visitava lares de idosos, ora se deixava fotografar entre morcelas e farinheiras, ora visitava empresas como a Valadares que, sim, produz loiças sanitárias. Acabou por ser a derrotada da noite eleitoral.

    Foto: EPA
  6. Janeiro
    Morre Almeida Santos, campanha eleitoral suspensa

    A 19 de janeiro morre o socialista Almeida Santos, ex-presidente da Assembleia da República e presidente honorário do PS. Um dia antes de morrer tinha estado num almoço de campanha a demonstrar apoio à candidata Maria de Belém. A campanha seria suspensa durante um dia.

    Foto: LUSA
  7. Janeiro
    Comício vazio, derrota anunciada

    O comício de 22 janeiro na antiga FIL, em Lisboa, a dois dias da ida às urnas, foi o prenúncio da morte anunciada. A máquina da campanha ainda tentou atrasar o evento algumas horas mas nada feito: o que ficou foi a imagem de uma sala às moscas. Maria de Belém ficou em quarto lugar, com apenas 4,24%.

    Foto: LUSA
  8. Janeiro
    SNAP: as aulas, a bola e um 15-0

    Foi o candidato revelação mas o título não lhe serviria de muito. Não era apoiado pelo PS, mas tinha todo o PS na estrada consigo. Fez uma boa campanha eleitoral, mas Sampaio da Nóvoa, antigo reitor da Universidade de Lisboa, jogador de futebol nos tempos livres, conseguiria apenas 22,88% dos votos.

    Foto: Pedro Correia
  9. Janeiro
    Marisa Matias, a "engraçadinha" que chegou ao pódio

    Marisa Matias foi a candidata presidencial do Bloco de Esquerda e cantou vitória quando viu o seu nome aparecer no pódio, em terceiro lugar (com 10,12%). Lutou por uma segunda volta para impedir a eleição do "candidato da direita", mas nada feito. Foi a segunda boa eleição do BE, depois das legislativas.

    Foto: Diana Quintela
  10. Janeiro
    PCP podia ter sido mais "engraçadinho"? Poder podia mas não era a mesma coisa

    Edgar Silva, o candidato do PCP às presidenciais, espalhou charme durante a campanha, mas no final do dia o resultado ficaria "aquém das expectativas", como reconheceu Jerónimo. Numa boca ao BE, ainda ousou dizer que podia ter "arranjado uma candidata mais engraçadinha". Mas mudar não é com o PCP.

    Foto: Leonardo Negrão
  11. Janeiro
    Tino de Rãs, uma aparição de janeiro

    Apareceu para a campanha eleitoral e desapareceu depois da noite eleitoral. Vitorino Silva, o calceteiro da freguesia de Rãs conhecido por Tino de Rãs, conseguiu 3,28% dos votos -- pouco menos do que Edgar Silva e Maria de Belém. Mas ficou contente pela vitória de Marcelo: "O povo gosta de si", disse.

    Foto: Gustavo Bom / Global Imagens
  12. 24 janeiro
    A eleição

    O antigo professor de Direito escolheu precisamente a Faculdade de Direito para receber os jornalistas e apoiantes na noite eleitoral. 24 de janeiro foi o dia da eleição de Marcelo Rebelo de Sousa como Presidente da República (com 52% dos votos). Desde o primeiro dia prometeu ser um Presidente próximo das pessoas.

    Foto: LUSA
  13. 28 janeiro
    O primeiro dia do resto das vidas deles

    Depois da eleição, começaram os contactos oficiais. O primeiro-ministro António Costa recebeu o Presidente eleito em São Bento, para um jantar resguardado. Na altura não fizeram declarações aos jornalistas mas deixaram-se fotografar (muito). Foi o primeiro de muitos encontros numa coabitação pacífica.

    Foto: Filipe Amorim
  14. 28 janeiro
    O último adeus

    No mesmo dia em que foi a São Bento, Marcelo também esteve em Belém, para receber o testemunho do Presidente em funções. "Senhor Presidente eleito, bem-vindo a esta casa que em breve será sua", disse Cavaco, queixando-se depois da "ditadura dos fotógrafos" que os obrigaram a posar. Marcelo pouco se importou.

    Foto: Paulo Spranger /Global Imagens
  15. Fevereiro
    O primeiro orçamento da "geringonça"

    2016 foi ano de orçamentos do Estado. Não houve um, como é costume, mas sim dois. Em fevereiro foi concertado o primeiro orçamento da "geringonça": reverteu os cortes salariais na função pública e iniciou a eliminação parcial da sobretaxa de IRS. Centeno explica Orçamento na sede das Finanças.

  16. Fevereiro
    "Best Friends Forever": check

    Ano de orçamentos foi também ano de fortalecer relações à esquerda: os anunciados best friends forever viriam mesmo a ser "amigos" de verdade. Ao contrário do que muitos esperavam, Costa, Catarina, Jerónimo e Heloísa entenderam-se em tudo o que foi necessário e nenhum roeu a corda.

    Foto: ANTÓNIO COTRIM/LUSA
  17. A dança das cadeiras e um novo posto, do lado de lá do hemiciclo

    2016 foi o ano em que Pedro Passos Coelho teve de se adaptar a um novo posto, o de líder da oposição. Começou bem, mas a tarefa é árdua e para o fim do ano as críticas que começaram em surdina já se tornaram mais audíveis. Senta-se sempre na primeira fila, mas é quase sempre Luís Montenegro que lidera a bancada.

    Foto: Reinaldo Rodrigues/Global Imagens
  18. Março
    Juro cumprir a Constituição

    9 de março: tomada de posse do Presidente da República. Depois do juramento, Marcelo cumprimentou Ferro Rodrigues com um abraço e tentou fazer o mesmo com Cavaco, mas o que seria um abraço ficou reduzido a um aperto de mão bem apertado. No final, BE e PCP não aplaudiram.

    Foto: Leonardo Negrão/Global Imagens
  19. Março
    Primeira visita, primeiro banho de multidão

    Primeira visita de Marcelo Rebelo de Sousa enquanto Presidente da República empossado foi ao Porto, a 11 de março, e foi reveladora do que seria o seu mandato: começou logo a furar o protocolo e mergulhou num banho de multidão.

    Foto: Artur Machado
  20. Março
    "God made her this day": Cristas segue-se a Portas

    Congresso do CDS foi o primeiro do ano e foi o único onde houve mudança de líder. Depois de um vai-não-vai de Nuno Melo, foi Assunção Cristas quem levou a melhor e, em março, o partido uniu-se para a eleger (só com uma lista adversária ao Conselho Nacional). Eleição foi ao som de "Changes".

  21. Março
    "E pronto, finito". 16 anos depois, as lágrimas de Portas

    Anunciou a saída da liderança do CDS em dezembro de 2015, mas só em março, no congresso, saiu oficialmente. Na hora da despedida emocionou-se. "E pronto, finito". Decidiu "mudar radicalmente de vida" e fazer "sete coisas ao mesmo tempo". Entre a Mota Engil, a Pemex e a Câmara do Comércio, não lhe falta trabalho.

    Foto: ESTELA SILVA/EPA
  22. Abril
    Passos relegitimado, resta saber até quando

    A partir de abril seguiram-se os congressos. Passos, o vencedor vencido das eleições, tinha sido reeleito em diretas com 95% dos votos e foi relegitimado no congresso de Espinho. Disse que "quem não muda morre" e que "não tem pressa", mas em surdina foi acusado de fraca renovação. Estará a prazo?

  23. Abril
    Maria Luís, uma escolha de Passos e de mais ninguém

    Foi a escolha pessoal do líder mais criticada, ainda que em surdina. Passos promoveu a ex-ministra das Finanças a vice do partido, assim como Teresa Morais e Sofia Galvão. Marques Mendes viria (muito) mais tarde a apelidar a dupla Maria Luís/Passos de "o clube dos amigos", numa crítica ao isolamento do líder.

    Foto: HUGO AMARAL/OBSERVADOR
  24. Abril
    Keep cool que o enfant terrible está de volta (ou não)

    Santana Lopes protagonizou o momento mais alto do congresso quando subiu ao palco para manter o tabu das autárquicas. "Keep cool", disse. Durante meses manteve acesa a possibilidade de se candidatar à câmara de Lisboa. Só em dezembro disse que não. E deixou o PSD e a distrital de Lisboa com um berbicacho em mãos..

    Foto: Pedro Correia / Global Imagens
  25. Maio
    Bloco de Esquerda em bicos de pés

    Poucos dias depois do congresso do PSD deu-se a convenção do Bloco de Esquerda, no início de maio. Catarina Martins subiu a um banco para fazer uma declaração de guerra (se houvesse sanções da UE, pedia referendo) e para deixar um caderno de encargos a Costa para o OE 2017.

    Foto: FÁBIO PINTO / OBSERVADOR
  26. Maio
    Bloco unido jamais será vencido

    Desta vez, o Bloco de Esquerda apareceu unido, com a tendência liderada por Pedro Filipe Soares (derrotada na convenção de há dois anos) a alinhar com a direção de Catarina Martins. Foi o primeiro congresso do pós-geringonça e foi só preciso lidar com a moção R, que queria mais autonomia e mais avanços face ao PS.

    Foto: FÁBIO PINTO / OBSERVADOR
  27. Maio
    Sócrates com Costa no túnel que já foi de Passos

    Em maio, um momento desconfortável: José Sócrates marcou presença na inauguração do Túnel do Marão, obra iniciada no seu governo em 2009, parada em 2011, resgatada em 2014 pelo Governo de Passos/Portas e inaugurada por Costa. A presença de Sócrates ofuscou, mas não há fotos dos dois a registar o momento.

    Foto: ESTELA SILVA/LUSA
  28. Junho
    O adeus ao Parlamento

    No início de junho Paulo Portas fez a sua última intervenção na Assembleia da República. Foram mais de 20 anos de política ativa e todos lhe reconheceram o dom "inovador" da oratória. Saiu pela porta da frente, com aplausos e, garante, sem inimigos. "Tanto quanto tenho consciência, não deixo inimigos, nem os fiz”.

    Foto: Gustavo Bom / Global Imagens
  29. Junho
    Costa, o irritante optimista, sem oposição interna

    Continuam os congressos. Em junho foi a vez do PS se reunir em Lisboa, no primeiro encontro depois da viragem à esquerda. António Costa saiu da FIL com a liderança confirmada, com um discurso europeísta (mas menos que o costume) com a garantia de que o país sairia da "desgraça". Quase sem ruído de fundo....

    Foto: JOSÉ SENA GOULÃO/LUSA
  30. Junho
    Assis, o último crítico

    Quase. Francisco Assis, que há dois anos tinha acusado o partido de o querer silenciar, verbalizou perante os congressistas o que já se sabia que pensava: “Tenho uma opinião muito crítica em relação à forma como o partido tem vindo a ser conduzido”. Mas o barulho não ecoou para lá das paredes da FIL.

    Foto: HUGO AMARAL/OBSERVADOR
  31. 10 de Junho
    We'll always have Paris, António....

    Marcelo e Costa foram comemorar o 10 de junho a Paris -- e fizeram-no num autêntico clima de lua de mel. A coabitação perfeita entre PR e PM de partidos opostos. Jantaram a sós, andaram juntos no carro e voaram no mesmo avião. Quando choveu, foi Costa quem socorreu o Presidente, com um chapéu da Fidelidade.

  32. Junho
    Marcelfies: com Costa e com todo o mundo

    Da ida a Paris ficou para a história a fotografia, captada pela lente dos fotógrafos oficiais do primeiro-ministro, em que PR e PM, em mais um momento de afeto e coabitação perfeita, tiram uma selfie. Por esta altura o primeiro orçamento da geringonça já estava aprovado e não havia obstáculos de maior...

  33. Junho
    A vistoria semanal

    A reunião das quintas-feiras entre PR e PM sempre existiu mas Marcelo não abdica delas. Este ano chegou a "obrigar" Costa a deslocar-se a Évora, quando Marcelo estava no seu primeiro "Portugal Próximo", e em junho reuniram-se no Porto, na Casa de Serralves.

    Foto: JOSÉ COELHO/LUSA
  34. Julho
    Os campeões voltaram

    11 de julho: Fernando Santos tinha dito que só voltaria a Portugal naquele dia e assim foi. Depois de vencer a taça de campeões europeus, a seleção nacional de futebol foi recebida em Belém pelo Presidente da República, Presidente da AR, PM e delegações de todos os partidos. Só o avião de Passos não chegou a tempo

  35. Julho
    Mário Soares, a homenagem

    Foi a penúltima vez que apareceu em público. Antes de ser hospitalizado, Mário Soares tinha marcado presença, em setembro, num evento de homenagem à mulher, Maria Barroso, na Cruz Vermelha Portuguesa. Em julho foi o centro das atenções numa homenagem aos 40 anos do 1º governo constitucional chefiado por si.

    Foto: António Pedro Santos
  36. Agosto
    Um verão aquecido pela Galp

    Agosto podia ter sido um mês pacato não fosse ter rebentado o Galpgate, com o secretário de Estado do fisco, Rocha Andrade, no centro da polémica: governantes foram ao Euro de futebol em viagens pagas pela Galp. Acontece que a Galp tem um diferendo fiscal com o Estado no valor de 100 milhões de euros.

    Foto: JOSÉ SENA GOULÃO/LUSA
  37. Setembro
    Com o vento de Lisboa colado à pele

    Em setembro, Assunção Cristas escolheu o comício de rentrée para anunciar a candidatura à Câmara de Lisboa nas autárquicas de 2017. Fê-lo em Oliveira do Bairro, não em Lisboa, mas ainda assim garantiu que tinha "o vento de Lisboa colado à pele e a água do Tejo no fundo da alma".

    Foto: PAULO NOVAIS/LUSA
  38. Outubro
    Guterres, o melhor de todos nós

    A 5 de outubro voltou o feriado da implantação da República mas este ano ficou para a história por outro motivo: foi quando se soube António Guterres iria vencer a nomeação de secretário-geral da ONU. A aclamação formal foi a 13 de outubro e o juramento (na foto) a 12 de dezembro. Entra em funções a 1 de janeiro.

    Foto: Reinaldo Rodrigues/Global Imagens
  39. Novembro
    Esquerda de pé, direita sentada

    O momento em que o Orçamento do Estado para 2017 foi votado e aprovado, na Assembleia da República, em novembro ficou registado numa fotografia recorrente este ano: os partidos da esquerda de pé, a votar a favor, e os da direita sentados, a votar contra. Geringonça passava no seu segundo teste de vida.

    Foto: TIAGO PETINGA/LUSA
  40. Para a esquerda, para a esquerda!...

    Este foi o ano em que o hemiciclo da Assembleia da República mais se polarizou. Com os partidos da esquerda a apoiarem o Governo numa solução inédita, as diferenças ideológicas acentuaram-se e as tensões agudizaram-se como há muito não se via.

    Foto: Reinaldo Rodrigues/Global Imagens
  41. Novembro
    Ups, a gafe de Marcelo perante a rainha

    Marcelo visitou Londres e esteve com a rainha no Palácio de Buckingham. Cumprimentou-a e, durante breves minutos, contou-lhe que tinha estado presente nas duas visitas de Isabel II a Portugal -- uma delas quando Marcelo era criança, e a outra quando era líder da oposição. Bem, não foi bem assim... mas não faz mal.

    Foto: Getty Images
  42. Dezembro
    PCP adia a sucessão

    Durante grande parte do ano a dúvida existia: é desta que Jerónimo sai ou não? Não foi. Em dezembro, PCP reuniu o primeiro congresso pós-geringonça e correu tudo sobre rodas.Críticos? Quais críticos? Durante três dias, não se ouviu uma única crítica em Almada à forma como Jerónimo de Sousa tem conduzido o partido.

    Foto: MICHAEL M. MATIAS/ OBSERVADOR
  43. Dezembro
    Uma carvalhesa anti-europeísta

    Carlos Carvalhas não faz parte da oposição interna (longe disso, aliás, oposição interna é coisa que não se vê no PCP), mas foi o ex-líder comunista quem levou mais longe as críticas à União Europeia no congresso comunista. Nas entrelinhas, uma crítica à aproximação ao PS europeísta e fiel aos compromissos.

    Foto: TIAGO PETINGA/LUSA
  44. 25 dezembro
    Uma mensagem de Natal diferente

    O primeiro-ministro gravou a mensagem de Natal no Jardim de Infância do Lumiar. Disse que a prioridade para 2017 era a educação, porque esse é o “maior e verdadeiro défice”. O outro défice ficará orgulhosamente abaixo dos 2,5% e o ano de Costa fecha com "chave de ouro": acordo para atualização do salário mínimo.

    Foto: Joao Relvas/LUSA

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