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Foi em outubro de 2016 que Pedro Rolo Duarte escreveu as primeiras linhas de Não Respire, o livro de memórias que só viria a ser publicado em maio de 2018, seis meses depois da sua morte. O jornalista trabalhou na obra durante cerca de um ano até que, em novembro de 2017, a doença acabou por ganhar às palavras. Rolo Duarte morreu no dia 24 desse mês, ao 53 anos, vítima de “uma palavra” que o deixou, “a um tempo, carimbado, abalado e quase triste”, escreveu. “A palavra: cancro.”

Não Respire. Tudo começou cedo demais (e quando dei por isso era tarde), a autobiografia póstuma do jornalista que a editora Manuscrito acabou de publicar, fala naturalmente da doença, mas não só. As suas 296 páginas estão repletas de histórias de uma vida cheia. Nelas, Rolo Duarte recordou os melhores tempos de uma carreira com mais de 30 anos (a fundação d’O Independente, do DNA), os amigos, as paixões e os vícios. Sempre com grande saudade mas sem uma ponta de pessimismo. Nas palavras do filho do jornalista, António Rolo Duarte (que falou com o Observador a propósito do lançamento da obra), Não Respire não é um livro negro ou pesado, mas sim “um livro de memórias e de celebração”.

Na semana em que o livro póstumo de Pedro Rolo Duarte chegou às livrarias, o Observador publica alguns excertos sobre alguns dos momentos mais marcantes de um dos grandes do jornalismo português.

A autobiografia de Pedro Rolo Duarte, editada pela Manuscrito, chegou às livrarias a 16 de maio

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