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Reportagem em Clarksburg, Virgínia Ocidental

É difícil para Lou Ortenzio tratar dos últimos detalhes deste culto religioso às portas de Clarksburg quando, a cada passo, alguém o cumprimenta. Sejam os toxicodependentes em processo de recuperação, aqueles que ainda andam nas ruas ou os voluntários que aqui vieram ajudar, toda a gente faz questão de ir ter com ele e dar-lhe sinal de vida. A cada “olá, Lou!” e “tudo bem, doutor?”, sorri e acena-lhes com a cabeça, onde leva um boné azul com as letras WV em amarelo. Aqui toda a gente o conhece. Pelas melhores e pelas piores razões.

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