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Ana Gomes chegou ao Congresso do PS, na Batalha, disposta a deitar o PS no divã e a obrigar os camaradas a refletirem sobre como se deixarem instrumentalizar por “corruptos e criminosos”. Para já, a eurodeputada tem uma certeza: “O PS um partido de poder, logo tem de ter guardas contra esse tipo de aproveitamentos”.

No Carpool com o Observador, a socialista assumiu que está na política para “partir a loiça toda”, sem medo de ser tida como uma téorica da conspiração. E desafiou os camaradas a fazerem o mesmo: “Um partido como o PS tem o dever de pôr os dedos nessas feridas e de tomar ações contra esses pecados graves”.

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