Índice

    Índice

Tem acesso livre a todos os artigos do Observador por ser nosso assinante.

[Este artigo foi originalmente publicado em setembro de 2018 e atualizado em janeiro de 2020, a propósito do início do julgamento de Harvey Weinstein]

Alguns dos maiores nomes de Hollywood consideravam-no um amigo e empresário de confiança. Do jovem “medonho”, com “acne” e “peso a mais” que nunca foi “de ter namoradas ou encontros”, Harvey Weinstein passou a magnata do cinema, rodeado de mulheres, amigos e celebridades que faziam vénias ao seu trabalho e conquistas. Construiu um império do nada e foi um dos nomes mais importantes da indústria cinematográfica. Agora é o “monstro de Hollywood” e o “predador sexual”, cujo lastro de escândalo, que incendiou o movimento #MeToo, começa esta semana a ser julgado em Nova Iorque, depois de um adiamento motivado pela soma de novas acusações.

Este artigo é exclusivo para os nossos assinantes: assine agora e beneficie de leitura ilimitada e outras vantagens. Caso já seja assinante inicie aqui a sua sessão. Se pensa que esta mensagem está em erro, contacte o nosso apoio a cliente.