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Os Ensaios do Observador juntam artigos de análise sobre as áreas mais importantes da sociedade portuguesa. O objetivo é debater — com factos e com números e sem complexos — qual a melhor forma de resolver alguns dos problemas que ameaçam o nosso desenvolvimento.

As eleições presidenciais de Janeiro de 2021 em Portugal tiveram lugar num contexto muito especial. Em Março de 2020, quando a pandemia chegou a Portugal, poucos esperariam que, em Janeiro de 2021, o país estivesse a braços com o momento mais difícil da crise sanitária, com um confinamento geral duro e com o sistema de saúde à beira do colapso. As elites políticas fizeram uma aposta arriscada. Contra vastas franjas da opinião pública, decidiram manter a data das eleições, arriscando uma abstenção historicamente alta. Apesar do contexto adverso, a aposta foi ganha. Marcelo Rebelo de Sousa foi reeleito, com uma taxa de abstenção que, face ao contexto actual, é bastante aceitável. Naturalmente, nunca saberemos em que medida as decisões sobre a situação sanitária foram condicionadas pelo imperativo de manter as eleições. A elite política, certamente, sabê-lo-á e terá de viver com essas consequências. Neste texto pretendemos fazer uma análise detalhada dos resultados das eleições do último domingo.

Marcelo Rebelo de Sousa: o vencedor

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