É uma figura que não escapa aos olhares mais atentos às etapas do Campeonato do Mundo de Fórmula 1. De calças a condizer com o padrão da boina, numa clara recordação da Escócia onde nasceu, Jackie Stewart é presença assídua em praticamente todas as corridas, um pouco por todo o mundo, e Portugal não foi exceção. O ano de 2020, porém, obriga a uma alteração na indumentária: além das calças e da boina, agora também a máscara combina com o mesmo padrão xadrez.

Aos 81 anos, Sir Jackie Stewart é o único campeão do mundo nos anos 60 ainda vivo. Venceu o Mundial de Fórmula 1 três vezes — 1969, 1971 e 1973 –, ficou outras duas no segundo lugar e conquistou a alcunha “The Flying Scot”, o Escocês Voador. Foi mecânico antes de ser piloto, competiu pela BRM, pela Matra, pela March e pela Tyrrell e nunca deixou a modalidade depois de terminar a carreira: esteve ligado à Ford durante décadas, fundou a própria equipa, a Stewart Grand Prix (que só durou três anos e não teve muito sucesso), e é ainda parceiro de marcas que são ou foram fulcrais para a Fórmula 1, como a Rolex, a Heineken e a Moët & Chandon.

[Ouça aqui o podcast “Grelha de Partida” da Rádio Observador, sobre o Grande Prémio de Portugal em Fórmula 1:]

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