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É o primeiro Orçamento do Estado que o PCP negoceia com o Governo sem haver um acordo escrito prévio em cima da mesa a conduzir as negociações. O líder parlamentar comunista esteve no programa Sob Escuta, da rádio Observador, e garantiu que não é isso que o deixa mais solto nestas conversações com o PS para aprovar este OE, a comparar com aquelas que levaram à aprovação pelo PCP dos últimos quatro: “Nunca estivemos presos a coisa nenhuma”. Mas há diferenças. Desta vez a postura comunista nas reuniões com o Executivo cingiu-se aos mínimos: “o recenseamento” das suas propostas.

É caso para dizer que o PCP perdeu a paciência — ou já aprendeu “lições”, como prefere dizer João Oliveira — sobre “o que é útil e inútil e em muitas circunstâncias estar a repetir duas e três vezes a mesma coisa, sem que haja resposta da parte do Governo”. Nestas negociações quer “saber se há ou não convergência nas matérias que estão identificadas” por si e depois decidirá o seu voto. Estando todas as opções (contra, a favor ou abstenção) em cima da mesa nesta fase, até porque ainda não há “desfecho” em nenhuma das questões colocadas. Também fala sobre a sucessão do líder Jerónimo de Sousa, para recusar existir um tabu e empurrar a questão para o congresso do partido que se realiza daqui a um ano. Mas a conversa, emitida no dia em que os comunistas arrancam com as suas jornadas parlamentares em Évora, começa mesmo pela negociação mais atual.

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