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Trinta e nove feridos, um deles grave, 50 casas ardidas, quase 27 mil mil hectares consumidos pelas chamas em sete dias de fogo. Monchique ardeu, mas o Governo insiste que não houve falhas e destaca a maior vitória neste grande incêndio: não houve vítimas mortais. O ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, enalteceu na noite de quinta-feira, dia 9, que o “incêndio está estabilizado sem perda de qualquer vida humana”. Também o primeiro-ministro, disse na quarta-feira que Monchique foi a “exceção que confirmou a regra do sucesso”. Isto embora António Costa tenha depois dito que as suas declarações — que repetiu duas vezes e num contexto que justificava os títulos feitos — foram “deturpadas e descontextualizadas”.

O Observador ouviu especialistas em incêndios, constitucionalistas, operacionais no terreno, membros da Autoridade Nacional da Proteção Civil e diversas outras entidades para responder às grandes dúvidas que saem deste incêndio: como começou? Que falhas existiram? Por que razão ardeu de forma descontrolada durante sete dias?

Porque ardeu Monchique durante sete dias?

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