Depois de entregue a proposta de Orçamento do Estado para 2021, Pedro Siza Vieira vai ao Parlamento esta quinta-feira para responder aos deputados numa audição sobre as medidas de apoio às micro, pequenas e médias empresas. No documento que chegou à Assembleia da República, são mais as medidas que o Governo repesca para as empresas do que as que cria. E é isso que as confederações empresariais criticam.

A Associação Empresarial de Portugal (AEP) aponta a “completa ausência de novas medidas dirigidas às empresas”, enquanto a CIP lamenta que as propostas sejam “pagar o desemprego” em vez de o evitar.

Em entrevista ao Expresso, Pedro Siza Vieira foi confrontado com as críticas das empresas e o facto de estas pedirem mais medidas fiscais. Só que, para o ministro, “a resposta económica não está só no Orçamento”, mas também “num conjunto de outros instrumentos”. E, fiscalmente, “a medida mais importante já a aprovámos no Orçamento Suplementar: a possibilidade de as empresas recuperarem os prejuízos dos anos 2020 e 2021 ao longo de dez anos”.

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