O fenómeno há muito que deixou de olhar a sobrenomes. Patrocínio é hoje um emblema de união familiar, mas também um caso muito bem sucedido de popularidade online. Através das redes sociais, seis irmãs partilham os momentos que passam juntas, fazem revelações e desabafos, dão pistas sobre as rotinas do quotidiano ou mostram simplesmente do que são feitos os momentos mortos. No final, feitas as contas, uma audiência de mais de 1,3 milhões de utilizadores (só no Instagram) observa o clã através de um sistema multicam.

“Pela primeira vez estou mesmo maquilhada. Isto não é um filtro”. O alerta é lançado por Victoria Jacobi, horas antes do encontro com o Observador, e requer contexto. A mais nova das irmãs prefere ser tratada por Vicky — bem mais ligeiro. Na prática, não há meias-irmãs, tão pouco o facto de não ter o sobrenome Patrocínio a exclui desta irmandade inexpugnável. Tal como Mónica, é fruto da segunda união de Teresa, logo, se o sucesso desta trupe dependesse do rigor genealógico, estaríamos agora a discorrer sobre as irmãs Viera de Almeida, netas do fundador de umas das maiores sociedades de advogados do país. Atenção, quaisquer semelhanças com a família que fez carreira na reality TV do outro lado do Atlântico é pura coincidência.

Elas não se cingiram ao berço. Carolina, a primeira a ser conhecida pelo público, tornou-se apresentadora de televisão aos 16 anos e lá continua. Duas seguiram a disciplina que predomina na família, o Direito. Há ainda uma designer e uma estudante de desporto entre elas, para não falar nos impulsos empreendedores que já deram origem a negócios como a BabyLoop, a Grow e o Rita Patrocínio Studio.

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