Momentos-chave
Histórico de atualizações
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  • Bom dia, obrigada por ter estado connosco ao longo do dia de ontem. Continuamos a seguir a atualidade política em Portugal neste novo artigo em direto.

    Pedro Duarte, Júdice e Francisco Rodrigues dos Santos apoiam Seguro na segunda volta

  • Estas foram as presidenciais com a menor taxa de abstenção desde 2006. Mas acima das últimas legislativas

    Valores deste ato eleitoral não chegam, ainda assim, para superar, por exemplo, a abstenção das últimas legislativas, em 2024 e 2025, em que os valores se situaram nos 40,16% e 41,77%, respetivamente.

    Estas foram as presidenciais com a menor taxa de abstenção desde 2006. Mas acima das últimas legislativas

  • Ventura já procura agregar direita para conquistar Belém

    Carimbada uma histórica passagem à 2.ª volta, Ventura apresenta-se como o único com possibilidade de “liderar a direita” e espera agregação. Já preparou embate contra socialismo e quer afastar o medo.

    Ventura já procura agregar direita para conquistar Belém

  • Gouveia e Melo deixa tudo em aberto: tomar posição na segunda volta e voltar a concorrer em 2031

    Gouveia e Melo felicitou Seguro e Ventura e admite tomar posição, a título individual, na segunda volta. “Falarei”, disse. Almirante sugere que vai continuar na política e não exclui 2031.

    Gouveia e Melo deixa tudo em aberto: tomar posição na segunda volta e voltar a concorrer em 2031

  • Mendes perdeu em toda a linha e AD falhou o pleno. Agora tenta descontaminação para evitar "tempos duros"

    Mendes perdeu mais do que nas piores previsões e AD lembra que teve mais votos em legislativas. Agora é fugir de Ventura, enquanto se admite que campanha à antiga e ataques do almirante não ajudaram.

    Mendes perdeu em toda a linha e AD falhou o pleno. Agora tenta descontaminação para evitar “tempos duros”

  • Seguro supera candidatos apoiados pelo PS desde 2001 e Soares na 1.ª volta de 1986

    António José Seguro obteve ontem o melhor resultado de um socialista apoiado pelo PS desde a reeleição de Jorge Sampaio em 2001, superando também o ‘score’ de Mário Soares na primeira volta das presidenciais de 1986.

    Quinze anos depois do último apoio do PS a um candidato presidencial (Manuel Alegre em 2011), António José Seguro, que avançou sozinho e só meses depois recebeu o apoio formal do PS, venceu a primeira volta das eleições presidenciais com 31,1% dos votos (1.754.892), quando, pelas 01:45 de domingo, ainda faltavam sete consulados por apurar.

    Em comparação com outros candidatos apoiados pelo PS no passado, Seguro superou Manuel Alegre em 2011 (19,67% e 817.980 votos) e Mário Soares em 2006 (14,31% e 785.355 votos), ficando atrás do sufrágio que reelegeu Jorge Sampaio como Presidente da República em 2001 (55,55% e 2.401.015 votos) e da primeira eleição deste em 1996 (55,55% e 2.401.015 votos).

    Seguro ficou também atrás dos resultados da reeleição de Mário Soares em 1991 (70,35% e 3.459.521 votos), mas bateu os valores conseguidos pelo fundador do PS na primeira volta em 1986, pois Soares ficou em segundo classificado com 25,43% e 1.443.683 votos, ao passo que Seguro venceu no domingo com 31,1% (1.754.892 votos).

    Em 1986, Mário Soares viria a derrotar Diogo Freitas do Amaral na segunda volta, com 51,18% e 3.010.756 votos.

    Nas últimas décadas, o PS teve também outros militantes candidatos que não receberam o apoio formal do partido, como Ana Gomes em 2021, Maria de Belém Roseira em 2016, Manuel Alegre em 2006, todos eles com piores resultados do que o ex-secretário-geral do PS António José Seguro.

  • A noite que animou o PS, revolucionou a direita e desorientou o Governo

    Montenegro penhorou o Governo numa aposta demasiado arriscada. A partir desta noite, estará entre um PS que saliva pelo regresso ao poder e um Chega que quer ter em Ventura o líder de facto da direita

    A noite que animou o PS, revolucionou a direita e desorientou o Governo

  • A “derrota pessoal” de Cotrim. E as sombras no futuro da IL, que pondera processar a ex-assessora

    Cotrim não apela ao apoio a Seguro nem a Ventura, “uma péssima escolha”. E fecha à porta à liderança da IL, que agora tem de decidir se apoia alguém. E se processa a ex-assessora que alegou assédio.

    A “derrota pessoal” de Cotrim. E as sombras no futuro da IL, que pondera processar a ex-assessora

  • A perder espaço à esquerda e obrigado a apoiar o candidato que mais criticou. Os contornos da derrota de António Filipe

    PCP obrigado a “engolir sapo” para apoiar António José Seguro depois de campanha em que socialista foi alvo a abater. Mas não vai aparecer ao lado do candidato na segunda volta.

    A perder espaço à esquerda e obrigado a apoiar o candidato que mais criticou. Os contornos da derrota de António Filipe

  • Depois de um resultado ainda pior que o esperado, Jorge Pinto volta à casa de partida

    A noite de Jorge Pinto foi ainda pior do que esperava: não só ficou abaixo de Catarina Martins e de António Filipe, como também de Manuel João Viera. Ainda assim, não assumiu a derrota.

    Depois de um resultado ainda pior que o esperado, Jorge Pinto volta à casa de partida

  • Seguro vira página do "poucochinho", mantém PS à distância e a mesma linha para segunda volta

    Candidato vencedor da primeira volta quer estender capacidade de agregação e manteve PS à distância na noite eleitoral. Coloca-se nos antípodas de Ventura e mantém não-agressão a Montenegro.

    Seguro vira página do “poucochinho”, mantém PS à distância e a mesma linha para segunda volta

  • Nem liderar à esquerda de Seguro serviu de consolo para Catarina

    Catarina Martins pediu voto de “olhos bem abertos” em Seguro. Pureza denunciou sondagens. E a única vitória possível para o Bloco foi apontar para a “hecatombe” do candidato do Governo.

    Nem liderar à esquerda de Seguro serviu de consolo para Catarina

  • Seguro venceu em quase todo o país, Ventura conquista Faro e Madeira. Onde é que os candidatos tiveram mais e menos votos?

    Seguro arrasa em Penamacor (onde nasceu), Ventura conquista Madeira, Cotrim e Gouveia e Melo vencem algumas freguesia e Marques Mendes ganha Fafe. Veja as curiosidades geográficas das presidenciais.

    Seguro venceu em quase todo o país, Ventura conquista Faro e Madeira. Onde é que os candidatos tiveram mais e menos votos?

  • Seguro tem melhores resultados em distritos que votaram AD nas legislativas

    António José Seguro é, entre os candidatos mais votados, o que tem maiores diferenças nas percentagens por círculo eleitoral. Teve os melhores resultados em distritos ganhos pela AD nas legislativas.

    Seguro tem melhores resultados em distritos que votaram AD nas legislativas

  • Pedro Duarte, presidente da Câmara do Porto: "Vou votar em António José Seguro. Não tenho qualquer hesitação em dizê-lo"

    Pedro Duarte, presidente da Câmara do Porto e ex-ministro de Luís Montenegro, assumiu na CNN Portugal que vai apoiar António José Seguro na segunda volta, que, na sua opinião, foi o grande vencedor desta noite.

    “[Seguro] é alguém que não entrou na discussão da lama, fugiu ao ataque pessoal, disse sempre que a candidatura era suprapartidária e independente, não quis entrar no confronto partidário do dia a dia e isso foi recompensado”, admitindo que alguns eleitores da AD tenham já votado em Seguro.

    Na segunda volta, declarou na CNN, “não tenho a mais pequena dúvida em quem vou votar. É absolutamente claro e inequívoco. Vou votar em António José Seguro. Não tenho qualquer hesitação em dizê-lo”.

    Escusando analisar as eleições Presidenciais pelo prisma partidário, “esta eleição de facto não é partidária”, declarou para defender Montenegro. “Os partidos não condicionam uma eleição que não é partidária”, declara, que vê nos resultados desta noite uma “grande derrota de André Ventura” por ter perdido mais de 100 mil votos face às legislativas. “Não está a conseguir alargar a sua base de apoio”. Ainda mais quando houve dispersão à direita.

  • Imprensa internacional destaca confronto entre extrema-direita e surpresa Seguro

    Vários jornais internacionais estão a dar destaque aos resultados das eleições presidenciais deste domingo em Portugal, sublinhando uma segunda volta com a presença da extrema-direita.

    Imprensa internacional destaca confronto entre extrema-direita e surpresa Seguro

  • André Ventura ganhou nos concelhos mais pobres e Seguro nos mais ricos

    Entre os concelhos com menor poder de compra per capita, André Ventura foi o grande vencedor, ganhando os três concelhos mais pobres, Porto Moniz (29,07%), Ponta do Sol (36,18%), Tabuaço (34,22%).

    André Ventura ganhou nos concelhos mais pobres e Seguro nos mais ricos

  • Francisco Rodrigues dos Santos: "Estarei na segunda volta a apoiar António José Seguro"

    Francisco Rodrigues dos Santos, ex-líder do CDS, na CNN Portugal assume apoio a António José Seguro na segunda volta.

    “Não tenho dúvidas rigorosamente nenhumas de que lado estou. Estarei na segunda volta a apoiar António José Seguro. Não pode haver contemplações, hesitações, quando está em causa um consenso matricial de valores fundacionais e civilizacionais do nosso continente e do nosso país e sobretudo porque se exige numa altura destas que todos os democratas não tenham as menores das contemplações. Sou centristas, democrata cristão, há pontos de entendimento com a social-democracia, seja mais à esquerda seja mais à direita”.

    “André Ventura está a ensaiar um discurso de pressão alta sobre o governo de Luís Montenegro”, considera o ex-líder do CDS, dizendo que Ventura está a interpelar o primeiro-ministro a decidir-se na segunda volta entre um candidato da social-democracia, que é no seu entender Seguro, e um que representa um espectro de abanão sobre os alicerces do Estado de direito democrático, da democracia, e do estado social.

    Francisco Rodrigues dos Santos foi apoiante, na primeira volta, de Henrique Gouveia e Melo.

  • Júdice declara apoio a Seguro

    José Miguel Júdice, mandatário nacional da candidatura de João Cotrim de Figueiredo, declarou apoio a Seguro, na CNN.

    “O meu mandato [como mandatário] terminou”, assumindo que “sempre disse”, “vou votar com total determinação, sem qualquer preocupação” em Seguro.

    “Se ele [Cotrim] não tivesse sido candidato eu teria apoiado António José Seguro na primeira volta”, declara, dizendo que não vê mal “que o PSD fique de fora do debate” da segunda volta.

    Assume que a melhor solução para o Governo era a vitória do Cotrim e a segunda a de Seguro. A vitória de Marques Mendes, se fosse à segunda volta, “afunilava ainda mais o governo”.

    Acredita que a maioria dos votantes do PSD, CDS e IL vão votar em Seguro na segunda volta.

  • Catarina Martins é a bloquista menos votada e fica abaixo do BE nas legislativas

    Com a contagem terminada no território nacional e quando faltam apurar apenas nove consulados, Catarina Martins conta com 116.184 votos, alcançando 2,06% da votação entre os 11 candidatos.

    Catarina Martins é a bloquista menos votada e fica abaixo do BE nas legislativas

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