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A última jornada acabou como começou, o Campeonato terminou como andou quase sempre. No momento da decisão, o Sporting não consentiu sequer um remate de perigo ao V. Guimarães, desmontou a muralha minhota na segunda parte com golos de Pedro Gonçalves e Viktor Gyökeres e sagrou-se bicampeão nacional 71 anos depois. O que fez a diferença? A sede de chegar ao fim em primeiro. Em vez de lamentar todos os problemas, da saída de Ruben Amorim às múltiplas lesões, foi a equipa que procurou sempre encontrar as soluções. A maioria das vezes acertou e conseguiu, noutras nem por isso, no cômputo geral soube ser superior aos adversários diretos. Mérito de Rui Borges (que quando entrou tinha um ponto a menos do que o Benfica), muito mérito de Gyökeres, ainda mais mérito do Hjulmand e companhia, sobretudo mérito de Frederico Varandas, que a par do atual técnico soube corrigir experiências falhadas a gerir o clube de dentro para fora e com isso igualou Ribeiro Ferreira como o presidente com mais títulos nacionais no futebol (oito). |
Já o Benfica, a ter de esperar um deslize leonino, acabou por escorregar na última ronda e não foi além de um empate com o Sp. Braga, terminando o Campeonato a dois pontos do Sporting. O grande objetivo desta época foi falhado, a final da Taça de Portugal frente ao rival verde e branco (domingo, 17h15) não vai atenuar as ondas de choque que se sentem no universo encarnado. Se uns tiveram sobretudo sede de serem melhores e chegarem em primeiro, na Luz abriu um período para outro tipo de sede pela mudança chamado eleições, que começa a mexer de forma bem mais palpável entre vários potenciais candidatos e a dúvida se Rui Costa estará de novo na corrida. Ainda da última jornada, o Santa Clara acabou em quinto e vai à Liga Conferência, Boavista e Farense desceram (trocando na Segunda Liga com Tondela e Alverca) e o AVS vai agora discutir com o Vizela a possibilidade de permanência (primeira mão este sábado às 19h45). |
Lá fora, numa semana marcada pela derrota do Manchester United frente ao Tottenham na final da Liga Europa que veio fragilizar mais a posição de Ruben Amorim em Old Trafford, os holofotes estão colocados em quatro grandes palcos: a Serie A, que terá esta sexta-feira a sua decisão entre Nápoles-Cagliari e Como-Inter (19h45); a final da Liga Conferência entre os espanhóis do Betis e os ingleses do Chelsea (quarta-feira, 20h); a última jornada da La Liga e da Premier League, com atenções focadas no Real Madrid-Real Sociedad (sábado, 15h15) e no Liverpool-Crystal Palace (domingo, 16h) por causa da Bota de Ouro; e as finais da Taça de França e da Alemanha, com PSG-Reims (sábado, 20h) e Arminia-Estugarda (sábado, 19h). |

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Nas modalidades, o grande destaque vai para o início de Roland Garros em ténis depois das finais ATP de Hamburgo e Genebra e WTA de Estrasburgo e Rabat (este sábado). Carlos Alcaraz tentará revalidar o título de 2024, tendo pela frente um Jannik Sinner que ganhou os dois últimos Grand Slams disputados e um Novak Djokovic em busca do 25.º Major da carreira após a desistência por lesão no ano passado, ao passo que Iga Swiatek luta pelo quarto troféu consecutivo na terra batida francesa (quinto nos últimos seis anos). |
Em paralelo com a Volta a Itália em ciclismo, que teve uma etapa a mudar todas as contas na gravilha onde Isaac del Toro assumiu a camisola rosa que ainda enverga à frente de Juan Ayuso, Antonio Tiberi, Simon Yates e Primoz Roglic, entre muitos outros, destaque para o Grande Prémio do Mónaco em Fórmula 1 (qualificação no sábado às 15h, corrida no domingo às 14h), para o Grande Prémio da Grã-Bretanha em MotoGP (sprint no sábado às 16h, corrida no domingo às 13h) e para a Liga Diamante de Rabat em atletismo (19h). Nota ainda para o FC Porto-Benfica da fase final do Campeonato de andebol numa ronda que poderá coroar o Sporting como campeão (sábado, 15h) e para o clássico entre FC Porto e Sporting a contar para as meias da Liga de basquetebol (jogo 1 esta sexta-feira às 19h, jogo 2 no domingo às 15h). |
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Eu, a TV e um comando
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O jogo em palavras
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Pódio
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1
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Depois de uma primeira parte onde a ansiedade foi o maior adversário do Sporting, golo de Pedro Gonçalves soltou equipa das amarras e lançou-a num destino assinado por Gyökeres de ser bicampeão (2-0).
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2
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Num jogo épico e que fica para a história, o Benfica até entrou bem, mas o Torreense dominou a segunda parte e empatou nos descontos. A profecia repetiu-se e Prat fez a reviravolta aos 120' (2-1).
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3
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Vasco Vilaça foi medalha de prata em Yokohama, Japão, na segunda prova do Campeonato do Mundo, sendo apenas superado pelo australiano Matthew Hauser.
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O especial
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Sporting
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Crónico Sporting que ganhou sete títulos em oito épocas fechou torneira do sucesso e só voltou a ser bicampeão 71 anos depois. Entre um e outro marco, sobreviveu a tudo para viver e continuar grande.
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Terceiro tempo
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