Tem acesso livre a todos os artigos do Observador por ser nosso assinante.

A unanimidade é tão rara no Parlamento que ver o estatuto do cuidador informal ser aprovado por todos, sem exceção, é um marco. Um momento histórico, como declararam publicamente os deputados de todo o espetro político-partidário que estiveram envolvidos no processo.

Aparentemente, não houve braços de ferro nem foi preciso recorrer à lendária retórica da esquerda, da direita ou do centro para reforçar argumentos e antagonizar posições. Todos se entenderam e todos aprovaram um estatuto que está longe de ser o ideal, mas é o primeiro passo no reconhecimento das necessidades dos que cuidam daqueles que estão doentes ou são dependentes.

Este artigo é exclusivo para os nossos assinantes: assine agora e beneficie de leitura ilimitada e outras vantagens. Caso já seja assinante inicie aqui a sua sessão. Se pensa que esta mensagem está em erro, contacte o nosso apoio a cliente.