A palavra “integração” passou a fazer parte do léxico diário, nos “noticiários”, nos “comentadores”, nas conversas em casa e ao vento. “Painéis” defendem a “integração” como o remédio para todos os males da nossa sociedade. Mas o que se entende por integração? Espera-se que um magrebino passe a frequentar uma das nossas muitas tabernas e aí afogar as mágoas nuns copos de 3? E almoçar um cozido? Ou comer uma sandes de coirato antes do jogo da equipa do coração? E esperamos que sejam tão bem “integrados” que muçulmanos desfilem na avenida cheios de orgulho? Ou que os hindus se venham a deliciar com uma posta mirandesa? Que todos venham a frequentar as igrejas paroquiais nos dias de preceito?

Há dias um crime em Espanha, um grupo de magrebinos espancou violentamente um “infiel”, enquanto filmavam, para postar numa qualquer rede, a TVE manifestou a preocupação pela segurança dos habitantes do bairro marroquino, bem como do risco de a extrema-direita tomar medidas violentas, versão que foi secundada no Expresso…

O que pretendem é “integração” ou aceitação? Ou “submissão” mesmo como o título do livro de Michel Houellebecq?

Num artigo no Le Point ficámos a saber (se dúvidas houvesse) que o Irão infiltra há anos os meios de comunicação europeus, para vender o seu peixe. A onda islamo -marxista mantém-se firme no seu posto como se vê todos os dias.

Ou seja, há uma quantidade que não só não quer ser integrado como quer mesmo vir para criar o caos. Importa assumir-se esta realidade e não se andar a branquear tudo o que é feito por migrantes.

Num artigo aqui, no Observador, o senhor patriarca propõe, o que devia ter sido assumido desde o princípio, que quem vem tem de cumprir as normas vigentes dos países de acolhimento e respeitas a sua história, as suas tradições e a sua matriz, que no nosso caso (e de toda a Europa aliás) é judaico-cristã

Creio que nunca tivemos problemas com a comunidade chinesa, e não diria que estão “integrados”. Fazem uma vida de forma totalmente autónoma, não vemos chineses a trabalhar em empresas que não sejam chinesas, dificilmente vemos casamentos mistos, não praticam o jejum na quaresma, mas o que importa é que respeitam as regras dos países para onde vão.

O mesmo com a comunidade hindu. Não comerão carne de vaca, nem de porco, ou mesmo nenhuma. Não irão às procissões, mas aceitam as regras.

Um curso, obrigatório, breve, com os rudimentos da língua, com as bases do nosso “edifício jurídico” (como dizem os advogados) nomeadamente as regras básicas constitucionais e as regras também básicas do civismo.

Também indispensável uma triagem médica, consta que a tuberculose tem subido e vemos migrantes a lidar com bens alimentares.

Um segundo curso, mais completo, para quem venha a residir por períodos mais longos, ou queira mesmo passar a “residente” permanente. Mistos, para homens e mulheres.

E as crianças? Temos que parar de as meter na escola à força e no ano correspondente à sua idade. Esta opção, erradíssima, leva a que pelas dificuldades que naturalmente sentirão venham a comprometer a normal actividade escolar. Os recém-chegados deveriam frequentar um curso, mais ou menos intensivo da língua e dos hábitos (se quiserem podem usar os programas que queriam impor às crianças pequenas – “cidadania” dizem) e só quando e se o nível de conhecimento da língua e dos “hábitos” fosse aceitável e após um “exame de admissão” ao nosso ensino público, poderia integrar o sistema e na posição para que estivessem preparados.

Lembro, finalmente, que todos os dias pedem menos alunos por turma, menos utentes por médico, menos utentes por enfermeiro, menos densidade urbana, ora convém definir o número que conseguimos, a cada momento acolher. É que se é para viver em barracas (que pelos vistos não incomodava ninguém, como também não incomoda a densidade nas casas) mostramos que não temos capacidade de acolhimento.