Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.
Guerra traduzida na Rádio Observador. Passamos agora em revista os destaques da imprensa russa com a Laura Figueiredo. Laura, o ministro dos Negócios Estrangeiros russo vai ter mais de 30 reuniões à margem da Assembleia Geral da ONU.
A informação é avançada pela agência TASS. Sergey Lavrov está a chefiar a delegação russa na Assembleia Geral das Nações Unidas. Segundo o representante deste ministério, citado pela TASS, Lavrov terá contactos bilaterais, tanto com representantes de países amigos como com outros importantes actores globais. Estão assim a ser preparadas reuniões com o ministro russo e os homólogos do Brasil, Venezuela, Irão, Cuba, México, Nicarágua e também outros países. As mesmas fontes adiantam que a lista inclui ainda os dirigentes da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa, também da Agência Internacional de Energia Atómica e ainda o presidente da Assembleia Geral da ONU. O encontro mais aguardado será o que Lavrov vai ter amanhã com o homólogo norte-americano, Marco Rubio.
E o Kremlin rejeita a proposta de Zelensky para travar ataques, diz que cessar-fogo não dará nada.
Em resposta à proposta do presidente ucraniano, o porta-voz da presidência russa sublinha que Moscovo defende um fim definitivo do conflito e não um cessar-fogo inútil. Zelensky afirmou, já depois de chegar aos Estados Unidos para participar na Assembleia Geral das Nações Unidas, que procuraria obter mais apoio para as propostas de cessar-fogo. Dmitry Peskov alega que as declarações do presidente ucraniano se contradizem diariamente e dá um exemplo, diz que, e passo a citar: "Literalmente há alguns dias, Zelensky disse que precisava de mais 40 dias para prejudicar a economia russa. Dia após dia, as declarações sobre continuar ou parar a guerra não são coerentes entre si". Palavras de Dmitry Peskov, que acrescentou ainda que em Kiev sabem perfeitamente que responsabilidade devem assumir e que decisões devem tomar para seguirmos o caminho que nos conduza não a um cessar-fogo, mas a uma paz estável. São as declarações do porta-voz da presidência russa.
E a Rússia acusou a Ucrânia de atacar uma ambulância em Zaporizhzhia e matar o condutor.
De acordo com a agência russa TASS, fontes locais de saúde denunciam que as forças ucranianas atacaram uma ambulância na região de Zaporizhzhia, controlada pela Rússia, e mataram o condutor. Segundo o Ministério da Saúde, o incidente ocorreu na segunda-feira, na localidade de Topilinoy. Um porta-voz dos serviços afirma que, na sequência do ataque criminoso, o condutor morreu no local. Dois paramédicos e um auxiliar de saúde ficaram feridos com diferentes graus de gravidade.
E uma pessoa morreu num ataque ucraniano contra uma cidade russa.
Pelo menos uma pessoa morreu e quatro ficaram feridas depois de um ataque ucraniano com drones na região russa de Samara. A informação é avançada pelo governador local. De acordo com o governante, os drones ucranianos atingiram casas e carros numa zona civil a mais de 1000 km a sudeste de Moscovo, na sequência de um ataque massivo à cidade, que foi combatido pelas defesas russas. A imprensa internacional diz ainda que dezenas de drones ucranianos foram abatidos. Nesse local, na região do Rio Volga, situam-se várias infraestruturas importantes, incluindo petrolíferas e militares.
E fica por aqui esta edição da guerra traduzida hoje com a jornalista Laura Figueiredo. Laura, até amanhã.
Até amanhã.